Terça-feira, 24 de Junho de 2008

An Deiner Seite - Cap 48

Olá meus amores! x)

 

É oficial, eu odeio o sapo, odeio o meu computador, e odeio a minha vida... É incrível, estou à uma hora a tentar postar isto e quando não dá erro a net vai abaixo --' Espero que seja desta!

 

Primeiro que tudo, peço mil desculpas por não ter postado mais cedo...  Mas como disse no outro blog, tive vários problemas este fim de semana e não consegui arranjar tempo para escrever... Depois também houve o problema da insegurança... Tenho medo que não gostem deste capitulo, se calhar exagerei um pouco... mas vocês dirão!

 

Outra coisa, mudei a musica do blog, devem ter percebido já xD Chama-se Falling Away With You e é de uma banda que eu adoro assim mesmo muiito, que são os Muse x) Aqueles que conhecem a música devem saber porque é que a escolhi para ser banda sonora destes capitulos... Aqueles que não conhecem, bem, oiçam, prestem atenção à letra e vão perceber ^^

 

Finalmente queria agradecer a todos os que comentaram, e ainda dar as boas vindas aos novos leitores x) É excelente saber as vossas opiniões!! Mas agora, sem mais demoras,

 

ENJOY!

[ este capitulo devia ter uma bolinha vermelha no canto superior direito do ecrã xD ]

 

* * *

 

[ Emily ]
 
“Foi por culpa das minhas acções que começaste a namorar com o Jared, Emi?” Perguntou-me o Tom com ar de gozo e desconfiança, como se não acreditasse no que eu lhe estava a dizer… Sendo muito sincera, apeteceu-me bater-lhe novamente. “Eu estava a milhas de ti! Como é que o que quer que seja que eu tenha feito afectou a tua vida se tu nem estavas comigo?”
 
Eu soltei uma risada incrédula, e depois cuspi-lhe com o maior dos desprezos enquanto sentia um gosto amargo na minha boca, “Claramente não tens mesmo noção no impacto dos teus actos… Sex Gott.”
 
Enfatizei de maneira rude a última parte, e pude ver pela expressão do Tom que ele tinha percebido exactamente aquilo que eu queria dizer. Vi que ele ficou perturbado enquanto avançava para mim e balbuciava, “Mas isso não significou nada…”
 
Eu fingi que não o estava ouvir nem a ver, e continuei no mesmo tom rude e frio, “Tu tens noção do que é que eu senti ao ver-te a dar uma entrevista, só seis meses depois de eu ter chegado a Portugal, onde tu dizias com o maior dos orgulhos que já tinhas comido mais de vinte e cinco raparigas?”

“E eu, pá!?” Gritou-me ele sem me deixar falar mais. “Como é que eu fiquei quando abri aquele myspace e descobri que não só tinhas uma banda, coisa que recusaste sempre que te oferecíamos um lugar a nosso lado… como descobri também que tinhas arranjado um namorado!”
 
Parece impossível… Como é que ele tem coragem de comparar? “O Jared era meu amigo! Eu desabafei a nossa história com ele… Chorei no ombro dele os desgostos que tu me davas todos os dias. E ele sempre me quis como mais do que uma amiga… Comecei a namorar com ele porque ele me dava apoio, conforto… Fazia-me sorrir, fazia-me feliz! E não me venhas com esse argumento da banda para te fazeres de vitima… Aquilo foi uma coisa que aconteceu e evoluiu para algo que eu nunca esperei… Tudo não passava de uma brincadeira quando me juntei a eles, e de repente tínhamos imenso sucesso e fãs por todo lado!”
                                                                                
Ele franziu o sobrolho e quis me responder, mas eu não deixei porque continuei o meu discurso, “E, por muita dor que tenhas sentido ao ver o myspace da minha banda… Tu não consegues ter a noção da dor, do desgosto, da desilusão e do nojo que foi ver-te dar essas e outras tantas entrevistas em que falavas das gajas que tinhas levado para a cama… Nem consegues sequer sonhar o sofrimento e o desalento que senti quando me apercebi da pessoa em que te tinhas tornado… Tu já não és o Tom Kaulitz que eu conheci… Já não és o mesmo Tom Kaulitz que eu amei!”
 
“Pois não, não sou o mesmo!” Berrou-me o Tom de volta com a mesma arrogância que eu tinha usado, e desta vez foi ele que não me deixou falar, “Eu sou o Tom Kaulitz que sobreviveu à tua partida, Emi… Sou o que restou depois da tua ausência ter dissolvido toda a esperança que eu tinha de ser feliz contigo!"
 
Fiquei sem palavras, com os meus olhos fixos nos dele. O meu coração acelerava novamente, será que eu podia acreditar naquilo que ele me estava a dizer?
 
“Durante todo este tempo procurei uma razão para te esquecer, Emily… Mas nunca consegui. Tudo porque nenhuma delas tinha o teu cheiro, o teu toque, o teu corpo, o teu olhar, a tua maneira de ser… Tudo porque nenhuma delas era quem tu és, e porque quando me deitava com elas era a ti que eu queria a meu lado.”
                                                                         
Seguiu-se um longo momento de silêncio, em que eu senti uma vontade enorme de me abraçar ao Tom. Eu já não estava a aguentar… Por mais mal que as atitudes dele me tivessem feito no passado, eu agora sabia que ele ainda me quer ao seu lado… E eu também sei que é ao lado dele que eu quero estar.
 
O Tom avançou para mim lentamente, e eu desta vez deixei que ele viesse. Os seus olhos estavam cheios de ternura e amor, mas ao mesmo tempo medo e culpa. Eu mantive-me quieta, baixando o meu olhar para o chão… Ficava cada vez mais nervosa à medida que via os seus ténis aproximarem-se de mim.
 
Ele parou mesmo à minha frente, de tal maneira perto que eu conseguia ouvir a sua respiração acelerada… mas continuava incapaz de o olhar nos olhos. Estremeci enquanto sentia a sua mão fazer-me uma carícia lenta no braço, e todo o meu corpo se arrepiou quando os seus braços me rodearam o corpo calmamente. Não vos sei explicar porquê, mas não me consegui mover.
 
Senti os lábios quentes do Tom aproximarem-se da minha orelha, e todo o meu corpo começou a tremer à medida que o meu ritmo cardíaco aumentava. Depois de um pequeno momento assim, que se pareceu mais com uma eternidade, ouvi-o murmurar muito baixo, enquanto os seus lábios roçavam levemente na minha orelha. “Eu amo-te Emily Wolff.”
 
Nesse mesmo momento os meus olhos prenderam-se nos dele, e eu fui incapaz de fugir com o olhar novamente. Senti as lágrimas a ameaçar cair, mas ao mesmo tempo tinha um sorriso distorcido a rasgar-se no meu rosto… O Tom sabia o quão importantes aquelas palavras eram, e não as disse levianamente, disse-as de maneira sentida e forte, tocando-me a alma.
 
Com muito cuidado, passei as minhas mãos à volta do pescoço dele, e aproximei-me do seu rosto… Reparei que os olhos do Tom estavam fixos nos meus lábios, e que ele quase sustinha a respiração de tão nervoso que estava, mas eu não me importei… Somente queria era que ele soubesse, “Eu também te amo, Tom Kaulitz.”
 
Vi-o soltar uma risada nervosa, enquanto recuperava o fôlego, muito mais aliviado. Também eu me estava a rir, nem acreditava como é que podíamos estar assim novamente, com as nossas desavenças vencidas e entregues aos braços um do outro. Agora não eram só os meus olhos a derramar lágrimas finas… Também no rosto do Tom escorria a prova da emoção que ele estava a sentir naquele momento.
 
Os nossos lábios começaram a aproximar-se e eu achei que fosse desmaiar… Tinha tantos sentimentos a explodirem-me no peito, e todos eles me faziam ter vontade de gritar bem alto todo o amor que sentia dentro de mim.
 
Os lábios dele tocaram os meus com delicadeza, saboreando cada segundo, e eu achei que só podia ser um sonho… O medo de que aquele beijo fosse uma ilusão fez-me abraçar o pescoço do Tom com força, puxando-o para mim, dizendo a mim mesma que era real o que estava a acontecer. Ele respondeu da mesma maneira, apertando bem a minha cintura e colando ainda mais o meu corpo ao dele.
 
Não vos consigo descrever a maravilha daquele beijo, a intensidade do sentimento que nos rebentava no peito, nem a adrenalina pura que nos dilatava as veias e fazia o nosso coração acelerar…
 
Estávamos em sintonia, beijando os lábios um do outro, primeiro com carinho e doçura, matando aquela penosa saudade… e depois, quando as nossas línguas se encontraram, o beijo tornou-se mais louco, cheio de um desejo reprimido à tanto tempo. Acabei por começar a brincar com aquele piercing do qual tinha sentido tanta falta. Isto fez o Tom lançar-me um sorriso perverso, ao qual eu respondi com um olhar maroto.
 
Afastei-me dele ligeiramente, apesar dele me continuar a tentar prender nos seus braços e encaminhei-o para a zona de dormir, parando somente em frente à cama que deduzi ser do Tom por ser a mais desarrumada.
 
O sorriso perverso desapareceu do rosto do Tom, e apenas ficou algo que eu nunca pensei ver: insegurança. “Tu tens a certeza…?” Perguntou-me ele em surdina
 
Eu não precisei de responder. As minhas mãos passaram imediatamente para debaixo da sua t-shirt, queria sentir o corpo dele, precisava de o sentir! Ele não esperou nem mais um segundo para dirigir as suas mãos ao fecho do meu vestido negro, abrindo-o lentamente como numa carícia.
 
As nossas bocas não se separaram nunca, procurando desesperadamente recuperar o tempo perdido. Não foi preciso muito para o meu vestido cair aos meus pés e eu ficar apenas de langerie em frente do Tom.
 
As suas mãos percorreram cada milímetro do meu corpo, como se procurasse diferenças de há três anos para cá, e descobriu rapidamente que, como era normal, agora as minhas curvas estavam mais pronunciadas… e pelos vistos, mais apetecíveis.
 
Lutei sozinha para lhe arrancar a camisola, porque ele recusou-se a ajudar-me, estava demasiado ocupado a beijar-me, primeiro o pescoço e depois o peito. Não precisei de desabotoar o botão das calças dele, estavam tão largas que bastou dar-lhes um pequeno puxão para baixo para elas caírem.
 
Beijamo-nos novamente, e quando eu dei conta, o Tom já me tinha deitado na cama, e deitava-se agora em cima de mim. “Tive tantas saudades…” Suspirou-me ele por entre beijos. Senti uma lágrima rolar pela minha face e fui incapaz de lhe responder, mas tinha a certeza que ele sabia que eu também sentira muito a sua falta.
 
A saudade deu lugar ao desejo, e o desejo trouxe consigo a loucura. Precisávamos de nos entregar um ao outro, era mais do que um desejo, era uma necessidade. Precisávamos de nos sentir completos, e isso só aconteceria quando, de facto, fossemos um só.
 
Os beijos cessaram por momentos, apenas restava o nosso olhar, para sempre hipnotizado um no outro. Como se de um ritual sagrado se tratasse, ele tirou pouca roupa que ainda me restava, e eu a dele, sem nunca deixarmos de nos olhar.
 
Foi então que ele entrou em mim, lenta e cuidadosamente, como se ele estivesse com medo de me magoar… como se fosse a nossa primeira vez. Um arrepio de prazer percorreu todo o meu corpo, fazendo-me soltar um pequeno gemido. As minhas mãos, que tinham estado no seu pescoço, desceram para as suas costas, obrigando-o a repetir. Voltei a sentir aquele arrepio, que desta vez não se desvaneceu… O meu corpo pedia por mais, e o dele também.
 
As nossas bocas entregaram-se uma à outra assim que os nossos movimentos aceleraram. Movemo-nos sincronizados numa dança só nossa que tínhamos aprendido juntos à três anos atrás, e da qual não nos esquemos. As nossas mãos exploravam os corpos suados um do outro de forma incansável, pedindo sempre mais. Quando estávamos quase a atingir o auge das nossas forças e do prazer, eu fiz os nossos corpos rolar para que fosse eu a ficar por cima, sabia o quanto ele gostava que eu fizesse isso.  
 
As mãos dele tomaram as minhas ancas, puxando-me ainda mais para ele nesse vai e vem contínuo, enquanto as minhas agarravam e arranhavam o seu tronco. Soltámos juntos um último gemido que ecoou no espaço à nossa volta, e por fim repousámos ainda arfando, com os nossos corações a bater a uma velocidade louca.
 
Deixei apenas que o meu corpo descansasse em cima do dele, como se não tivesse forças para me mover… a verdade é que sentia todo o meu corpo dormente.
 
Os braços do Tom envolveram-me com carinho, e depois de me ter beijado a testa, murmurou ao meu ouvido, “Não te quero perder nunca mais, Emi…”
 
Um sorriso sincero brotou nos meus lábios quando eu levantei a minha cabeça para encontrar o olhar dele. Naquele momento esquecemos todo o sofrimento de três anos de separação, tínhamos curado as nossas feridas. “Tu nunca me perdeste, Tom… Eu fui sempre tua.”
 
Vi-o sorrir também… Aquele sorriso lindo que me fazia sentir a rapariga mais feliz do mundo.
 
* * *
 
Plim!
Continua...
Espero sinceramente não vos ter chocado demasiado.. E espero sinceramente que tenham gostado do capitulo! xD
 
Por favor, dêem-me a vossa opinião, estou horrivelmente insegura...
Comentem por favor!
 
Loads of Kisses to All of You! x)

 

sinto-me: Insegura :\
música: Muse - Falling Away With You
publicado por Dreamer às 23:25
link do post | comentar | favorito
30 comentários:
De Sofia Oliveira a 25 de Junho de 2008 às 00:26
sinceramente não gostei..
asério estou a falar muito a sério..

eu simplesmente amei..

só te peço uma coisa

Quero MAIS..
De Ritokitax Kaulitz a 25 de Junho de 2008 às 00:34
Não chocaste nada xD
Aliás está muito bonito, no meio de tantos desentendimentos o amor encontrou o caminho para brilhar. ^^
Adoro a tua fic *-*
Beijo *
Posta mais
De Funny Girl x a 25 de Junho de 2008 às 01:01
Não tinhas necessidade de ficar insegura,

O Capitulo transmitiu bem o que acho que querias expressar,

Muito amor e desejo ao mesmo tempo...

Adorei.

Posta mais sim??

bjitos~~

De Liliana a 25 de Junho de 2008 às 01:07
Essas tuas inseguranças são completamente estupidas.
Tu escreves muito bem, talvez sejas das pessoas que conheço que escreve realmente bem!!!
E este capitulo...é fogo sim senhor!!!
Ela fica nervosa com os ténis? o amor é tanto que até os ténis têm direito a protagonismo! lol
tá fantástico, esperar vale sempre a pena...

beijinhos princesa
De protagonistas a 25 de Junho de 2008 às 01:25
A-M-E-I simplesmente está perfeito like always. Está tão real tão perfeito tão tudo meu deus amei mesmo!!!!

Continuo a defender o meu ponto de vista, as editoras portuguesas não têm olhos na cara xD ! Agora a sério continua assim, porque escreves mesmo bem e não percebo como e que te podes sentir insegura!

Continua e QUERO MAIS xD
De Marta Oliveira a 25 de Junho de 2008 às 01:57
Nao ha razao nenhuma para estares insegura...
Gostei bastante deste capitulo (hehe!), a situaçao estava mesmo a pedir que acontece-se ("")

Gostei imenso e espero sinceramente que postes mais brevemente!

**
De Bitter - Sweeter a 25 de Junho de 2008 às 09:20
A Emi está feliz. O Tom está Feliz
Estao todos felizes ^^

Gosto da forma como escreves, e de como dás encanto aquilo que escreves.

Sempre conseguiste fazer uma coisa que poucos pessoas conseguem, fazer ver o que escreves.

As cenas passam todas aqui na minha cabecinha *.*

Esta Fic agarra-nos ao ecra xD

QUERO MAISSSSS , SIMMMMMMM????
Pleeaassee TT.TT

Beijos
De Bitter - Sweeter a 25 de Junho de 2008 às 09:32
A Emi está feliz. O Tom está Feliz
Estao todos felizes ^^

Gosto da forma como escreves, e de como dás encanto aquilo que escreves.

Sempre conseguiste fazer uma coisa que poucos pessoas conseguem, fazer ver o que escreves.

As cenas passam todas aqui na minha cabecinha *.*

Esta Fic agarra-nos ao ecra xD

QUERO MAISSSSS , SIMMMMMMM????
Pleeaassee TT.TT

Beijos

De Su a 25 de Junho de 2008 às 09:40
Oh God tu chocaste-me, a sério!

Mas tu chocaste-me de maneira positiva, chocaste-me porque nunca pensei que um capitulo pudesse ser tão... hmm... faltam me as palavras... tão... diferente, lindo, querido, pornográfico (xD) mas à tua maneira.

Espero que agora não demores tanto a postar :D

Beijinhos
De S.Mille a 25 de Junho de 2008 às 11:03
1º eu adoro MUSE *_*

2º Capitulo DULPA bolinha vermelha ^_^

3º nao gostei... ADOREI x'D

4º QUERO mais!!!!

5º QuERO mais!!!!

6º QuERO mais!!!!

7º QuERO mais!!!!

8º QuERO mais!!!!

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