Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

An Deiner Seite - Cap 50

Olá meus amores! x)

 

Eu sei, demorei muito tempo a postar este capitulo, mas como já expliquei no outro blog... Com o concerto pelo meio não consegui escrever. Por acaso até levei um caderninho para poder escrever a fic enquanto esperava, mas estava tanto calor que eu não conseguia pensar --'

 

Mas aqui está! O capítulo número cinquenta desta fic! ^^ É também o post numero sessenta e seis deste blog que, em sessenta e cinco posts, arrecadou 30094 comentários, e isso tenho a agradecer a todos vocês!! Por isso um enorme MUITO OBRIGADA!! ^^

 

O capítulo de hoje é o resto da noite da Alie, e ficam desde já a saber que foi um dos capitulos que eu mais gostei de escrever ^^ Ha! E agradeçam à Bruna porque foi ela que me ajudou a decidir o final deste capitulo x)

 

Este post é dedicado a todos os que lêem a fic e que comentam... principalmente aqueles que me encheram de comentários no post anterior! x) E claro, quero dar as boas vindas aos novos leitores e agradecer-vos pelos vossos comentários! ^^

 

E acabados os agradecimentos, passamos à fic!

ENJOY!! x)

 

* * *

 

[ Alana ]
 
Com esta é que o Bill nos tramou… Eu e o Gustav ficámos a olhar um para o outro em silêncio, sem saber o que dizer um ao outro e extremamente envergonhados.
 
“Eu acho que vou…” Disse eu envergonhada apontando para a porta da casa de banho, mas fui interrompida pelo Gustav que decidiu falar naquele mesmo momento.
 
“Vou ali…” Disse ele apontando para um grande armário que ali estava. Calámo-nos os dois, sorrindo envergonhados.
 
“Desculpa!” Dissemos os dois ao mesmo tempo e depois soltámos uma gargalhada tímida… Isto está a tornar-se caricato.
 
“Diz, Gustav…” Pedi-lhe, sentindo o meu coração acelerar a uma velocidade impensável.
 
“Não, diz tu…” Oh meu deus, só me apetece é saltar-lhe para cima, ele é tão fofinho!
 
Demorei a responder porque entretanto ficámos com o olhar fixo um no outro, “Eu vou à casa de banho, preparar-me para dormir… Será que não tens por aí algo que me possa servir de pijama?” Perguntei envergonhada, nunca na vida iria dormir com o meu vestido de gala.
 
Ele ficou um momento a olhar para mim, como se o cérebro dele tivesse bloqueado… a verdade é que o meu também bloqueou e eu não percebi porquê. “Nem eu nem o Georg usamos pijama, aliás, de toda a banda só o Bill é que usa pijama, nós dormimos de boxers… Mas eu posso emprestar-te uma das minhas t-shirts mais largas…”
 
Vou dormir na cama dele, a usar uma das suas t-shirts… Matem-me já! É impossível eu vir a ser mais feliz do que estou agora!! Depois de me controlar, tentei parecer indiferente quando lhe respondi, “Pode ser, sim…” Raios! Porque é que estou com este sorriso de idiota na cara?
 
Vi o Gustav sorrir para mim também, da mesma forma estúpida, e depois dirigiu-se a uma das malas que estavam a um canto do quarto. Vasculhou a mala durante uns momentos, para depois sair de lá com uma t-shirt branca que tinha umas estampas bem giras. Oh não, reconheci a t-shirt! É a que ele está a usar no poster gigante dele que eu tenho mesmo em frente à minha cama… É oficial, eu morri e estou no céu!
 
“Acho que esta serve…” A voz dele parecia estar a tremer um pouco, e agora que vejo bem, também as mãos dele estão a tremer… Ele está nervoso?
 
“Obrigada…” Respondi-lhe aceitando a t-shirt com um sorriso. As nossas mãos tocaram-se quando eu peguei na t-shirt e o tempo pareceu parar à nossa volta. Estávamos muito perto um do outro, eu conseguia ouvir a respiração dele e ele conseguia ouvir a minha… Eu não conseguia parar de olhar os seus olhos brilhantes…
 
Dentro da minha cabeça ouvia uma vozinha irritante a berrar, “BEIJA-O! BEIJA-O!” Mas antes que o meu subconsciente obedecesse a essa ordem louca, corri para dentro da casa de banho murmurando um fugaz, “Até já…”, e deixando o Gustav com cara de parvo a olhar para o sitio de onde eu tinha saído.
 
Pousei delicadamente a t-shirt que ele me emprestou numa prateleira da casa de banho, assim que fechei a porta atrás de mim. Com muito cuidado, e bastante agilidade, tirei o vestido sem o amarrotar e pendurei-o num cabide que havia atrás da porta, e descalcei as minhas sandálias, guardando-as a um canto da casa de banho. Depois dirigi-me ao lavatório, e abri a torneira da água fria e comecei a lavar a cara.
 
Não estava só a banhar-me com aquela água gélida, estava também a pedir aos céus para me manter lúcida. Não conseguia compreender o que se estava a passar entre mim e o Gustav… Ou melhor, tinha uma ideia do que se podia estar a passar… mas não conseguia acreditar! Era demasiado bom para ser verdade.
 
“Amanhã ele vai-se embora e o meu mundo volta ao normal…” Murmurei enquanto secava a minha cara com uma toalha turca extremamente macia.
 
Peguei finalmente na t-shirt dele, repetindo para mim, “É apenas uma t-shirt… Uma t-shirt como outra qualquer…” Mas assim que a minha cabeça atravessou a gola da camisola, senti o cheiro do Gustav e todo o meu corpo ficou dormente. Era como se ele me estivesse a abraçar, o cheiro dele rodeava-me e reconfortava-me mais do que alguma vez eu me tinha sentido.
 
“Isto é de doidos!” Cuspi as palavras tentando esquecer aquela sensação única. Olhei uma última vez para o espelho antes de sair, dei um jeito ao cabelo com os meus próprios dedos, e avaliei a quantidade de pernas que ficavam expostas com aquela t-shit, que era agora o meu novo vestido… funcionava como uma mini-mini-saia, mas felizmente o meu rabo não ficava de fora.
 
Quando cheguei ao quarto reparei que as luzes haviam sido todas apagadas. A única coisa que eu conseguia ver era o vulto do Georg que dormia ainda vestido por cima da sua colcha, tal qual o Gustav o havia deixado.
 
Os meus olhos ainda estavam habituados à luz forte da casa de banho, por isso foi aos poucos que eu consegui perceber que a cama onde eu ia dormir, a cama do Gustav, já tinha sido cuidadosamente aberta, e estava preparada para me receber.
 
Só depois de dar um passo e me aproximar da cama é que reparei no vulto do Gustav. Ele estava sentado no chão, vestindo apenas uma camisola branca de cavas e uns boxers escuros. Era ali que ele tinha disposto os cobertores para dormir, mesmo entre as duas camas, e era dali que ele me olhava com os seus olhos brilhantes. Um segundo depois pude perceber que ele estava a sorrir para mim… não consegui evitar sorrir-lhe de volta.
 
Avancei com cuidado para a cama, tentando não pisar o Gustav… Pisá-lo uma vez naquela noite tinha sido suficiente, eu estava a rezar por tudo para não repetir a proeza. Senti que o olhar do Gustav me seguia enquanto eu me deitava, o que me punha mais nervosa ainda. Só espero que ele não esteja a olhar para as minhas pernas.
 
Finalmente deitei-me, tapando-me de imediato com os cobertores e repousando a minha cabeça na almofada fofa. Hum… sabia tão bem, e eu estava tão cansada.
 
“Estás confortável?” Perguntou-me o Gustav num murmúrio, enquanto se debruçava sobre a minha cabeça. O meu coração disparou pela milionésima vez naquela noite, estávamos outra vez muito perto um do outro…
 
Só fui capaz de lhe responder com um grunhido afirmativo, que suou mais fofinho que o habitual. Vi um sorriso ainda mais brilhante no rosto dele… Oh, quem me dera poder bei… Shiu, Alana Laurie! Não penses disparates!
 
“Precisas de mais alguma coisa, Alie?” Perguntou-me ele no mesmo murmúrio.
 
Preciso de ti…”Não, obrigada, Gustav… Não preciso de nada.”
 
Observei-o enquanto ele se deitava no chão. Senti-me culpada… Ele devia estar tão cansado do concerto e estava a dormir no chão por minha causa. Pensei em oferecer-me para trocar de lugar com ele, mas sabia que ele ia recusar portando abandonei a ideia. Depois lembrei-me de o convidar para se deitar comigo… É melhor eu estar calada.
 
“Então…” Ouvi-o murmurar, já ele estava deitado no chão, mesmo ao lado da minha cama. Os seus olhos brilhavam na minha direcção, “Dorme bem, Alie.”
 
Não sei porquê, mas demorei a responder-lhe… Talvez por não querer adormecer. Talvez por querer que aquela noite durasse para sempre… “Boa noite, Gustav.”
 
O silêncio caiu pesado entre nós. Ficámos os dois ali, de olhos fixos um no outro, esperando que o sono tomasse conta de nós e desse por terminado o encanto que havia nascido à nossa volta.
 
Estava deitada na cama do Gustav, a minha cabeça repousava na sua almofada e eu vestia uma das suas t-shirts. O cheiro dele inundava as minhas narinas fazendo-me crer que ele estava ali deitado comigo… Mas era mentira. Ele estava perto, muito perto até… ainda assim estava inalcançável. Quem me dera que me abraçasses esta noite…
 
Estava tão cansada que não me apercebi sequer que tinha fechado os olhos, enquanto a minha mente me fornecia imagens de mim e do Gustav juntos. Eu estava entre um estado de sonolência e consciência quando ouvi um gemido de dor mesmo ao meu lado. Abri os olhos assustada para encontrar o Gustav agarrado à sua perna direita, tentado desesperadamente esticá-la.
 
“Estás bem?” Perguntei-lhe sentando-me na cama de imediato. Os gemidos de dor que ele estava a emitir soavam cada vez mais fortes e mais angustiados.
 
“Cãibra…” Foi a única coisa que ele me conseguiu dizer. Não esperei um segundo sequer para sair da cama e sentar-me no chão a seus pés. Sem vergonhas nem timidez, comecei a massajar-lhe a perna com força para que o músculo distendesse.
 
Aos poucos os seus gemidos de dor foram acalmando, e ao mesmo tempo eu sentida o musculo da perna dele cada vez mais relaxado, até que voltou ao normal. Eu parei a massagem, mas não saí do mesmo sitio.
 
“Obrigado…” Ouvi o Gustav agradecer-me num murmúrio exausto, enquanto ele próprio massajava a sua perna que eu acredito que estivesse dolorida.
 
“Não tens de agradecer…” Sorri para ele com sinceridade, “Afinal é por minha culpa que estás a dormir desconfortável no chão… E deve ter sido por isso que tiveste a cãibra.”
 
Ele riu-se, não sei se pelo que eu disse ou se pela forma que eu disse… Tenho perfeita noção que parecia uma «mamã» a ralhar com um «filhote».
 
Ficámos em silêncio novamente… e mais uma vez trocámos aqueles olhares cúmplices e cheios de um sentimento que ainda não compreendíamos.
 
Eu comecei a sentir-me mal novamente por ter o conforto da cama dele, e vendo-o naquele estado só me restou mesmo uma opção:
 
“Gustav…?” Chamei-o, apesar dele ter estado a olhar para mim o tempo todo.
 
Um sorriso rasgou-se imediatamente no seu rosto quando me respondeu, “Sim, Alie?”
 
“Não queres… dormir na cama, em vez de dormires no chão? Estavas mais confortável, e já não tinhas cãibras.” Senti-me corar fortemente, ainda bem que estava escuro, talvez assim ele não o visse.
 
“Eu não quero que durmas no chão, Alie…” Respondeu ele simplesmente. Eu não sei como tive coragem, mas desviei o meu olhar do dele e reformulei a pergunta:
 
“Não queres dormir na cama… comigo?”
 
Se houvesse por ali um buraco, eu tinha-me escondido, mas a verdade é que eu não ficaria bem comigo mesma se não lhe tivesse feito a pergunta.
 
Ele por um momento ficou especado a olhar para mim, sem saber o que responder, e eu, que já estava a achar que ele estaria a pensar o pior de mim, comecei a argumentar muito depressa, “É só pelas tuas cãibras!… Estás cansado do concerto e eu sinto-me mal de estar a roubar-te a tua cama… Não é por mais nada… Por favor, não penses mal de mim!!”
 
Ele soltou duas gargalhadas bem fortes, e eu vi a sinceridade nos olhos dele, “Eu nunca pensaria… «isso» de ti, Alie.”
 
Corei novamente e o meu coração acelerou. Fui incapaz de lhe responder, apenas fiquei à espera não sei bem de quê.
 
“Vamos então…?” Perguntou-me ele, levantando-se do chão com alguma dificuldade devido às dores musculares.
 
Eu limitei-me a acenar positivamente e a segui-lo. Ele tomou o lado direito da cama, por isso eu fui para o esquerdo. Nem me atrevi a trocar mais uma palavra que fosse com ele. Deitei-me, pus-me de lado, de forma a estar de costas voltadas para o Gustav. Estava determinada a não lhe dar uma imagem de oferecida, coisa que não sou mesmo!!
 
Senti o Gustav ajeitar-se na cama, senti o calor do corpo dele bem perto do meu… afinal aquilo era uma cama de corpo e meio, era demasiado pequena para duas pessoas.
 
“Podes chegar-te mais para aqui, Alie… Eu não mordo.” Riu-se ele e eu consegui perceber que ele estava virado para mim. Oh, como eu quis abraçar-me a ele… o meu corpo implorava para que eu o fizesse, mas eu apenas me encolhi mais um pouco.
 
“Deixa estar,” Argumentei eu muito depressa, “prefiro que tenhas mais espaço para ti…” Tinha a perfeita noção de que não tinha sido convincente, mas isso também não me importava… “Dorme bem, Gustav.”
 
Não cheguei a receber uma resposta dele, porque de repente senti o corpo dele a agitar-se, e mais uma vez ele começou a gemer de dor.
 
Levantei a minha cabeça e encontrei o Gustav a cerrar os dentes, tentando de alguma forma suportar aquela dor subita. Destapei-nos aos dois no mesmo instante para ajudá-lo, e descobri que desta vez era a sua perna esquerda que ameaçava dobrar-se. Fiz o mesmo que tinha feito à outra perna, comecei as massagens, mas desta vez ainda com mais força.
 
Os gemidos dele acalmaram novamente enquanto o músculo distendia, “Obrigado, Alie…” Murmurou ele novamente, mas desta vez não parei a massagem.
 
“Já percebi o teu problema: tens o corpo demasiado tenso, Gustav…” Expliquei-lhe massajando agora ambas as pernas, “Por isso é que tens tantas cãibras… Mas eu resolvo já o assunto.”
 
A Emi costuma dizer que eu tenho mãozinhas de fada. Não sei se é verdade, mas o facto é que o Gustav ainda não se queixou. A massagem começou nas pernas, passando depois pelas costas e ombros e acabou nos braços. Amassei cada musculo do seu corpo, quebrando a grande tensão em que ele estava… e no final a única coisa que ele conseguiu dizer foi:
 
“Tenho de te raptar e guardar no meu bolso…Vou precisar que me dês um tratamento destes depois de cada concerto.”
 
Soltei uma gargalhada juntamente com ele e deitei-me a seu lado, mas desta vez encarei-o. As nossas risadas desvaneceram-se aos poucos, à medida que os nossos olhares se prendiam novamente. Ao olhar para ele senti uma onda gigante de cumplicidade a abater-se sobre nós.
 
De repente ele já não era o Gustav Shäfer, baterista dos Tokio Hotel, o meu ídolo predilecto, e eterno alvo da minha paixão platónica… Ele era simplesmente um rapaz que eu tinha conhecido naquela mesma noite, e com quem eu ansiava partilhar aquele sentimento arrebatador que rebentava no meu peito.
 
Sem trocarmos mais do que olhares, senti que ele tinha compreendido isso que eu estava a sentir, e que no seu peito morava a mesma ansiedade.
 
“Eu não sei explicar porquê… Mas tu és muito especial para mim, Alie…” Murmurou ele em surdina. Senti todo o meu corpo derreter e o meu coração prestes a explodir.
 
“Tu também és muito especial para mim, Gustav…” Respondi-lhe de volta, e não consegui dizer mais nada… a minha voz falhou.
 
Comecei a ouvir a respiração dele cada vez mais perto de mim. Comecei a sentir o ar que ele estava a expirar e o calor que o seu corpo estava a emitir. No segundo seguinte, os seus braços musculados abraçaram o meu corpo com suavidade e carinho, como se eu fosse uma pequena boneca.
 
E depois, sem que eu pudesse prever, os lábios quentes do Gustav beijaram os meus da forma mais terna e doce possível. Todo o meu corpo estremeceu, e a única coisa que fui capaz de fazer foi abraçar-me a ele com todas as minhas forças para nunca mais o largar.
 
As mãos dele não percorriam o meu corpo com urgência, limitavam-se a acariciar lentamente as minhas costas e o meu cabelo. E eu estava simplesmente a acariciar-lhe a nuca deixando que os seus cabelos curtos se encaracolassem por entre os meus dedos finos.
 
Não sei quanto tempo durou aquele beijo, até porque me pareceu que tínhamos quebrado as barreiras do tempo e do espaço. Era como se, de repente, toda a infinidade do universo fosse composta somente por nós e pelo nosso beijo.

 

* * *

 

PLIM!

Continua...

 

Espero que tenham gostado tanto de ler este capitulo como eu gostei de o escrever! ^^

E não se esqueçam! Comentem x)

 

E menina Inês, amanhã tens de postar! xD

 

Loads of Kisses to All of You! ^^

 

sinto-me: Eu quero um beijinho do Tom ^^
música: Cães a ladrar na rua xD
publicado por Dreamer às 22:00
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29 comentários:
De mia a 30 de Junho de 2008 às 22:19
opá! qe fic *.*

isto é tao romantico :) o gustav é tao fofo xD

eu ponho-me a imaginar isto a acontecer msm! e so me apetece é bater palminhas :)

é qe esta fic é toda tão... Love is all around x)

será precisodizer que quero msm muito mais?!
De Sii '' a 30 de Junho de 2008 às 22:21
adorei este cap....ta tao lindo....


toda a fic e linda...maravilhosa....

ler este cap faz m kerer saber o que vem a seguir...tou apaixonada pela fic....e o meu novo amor...



jinhu'hh
De Sii '' a 30 de Junho de 2008 às 22:22
adorei este cap....ta tao lindo....


toda a fic e linda...maravilhosa....

ler este cap faz m kerer saber o que vem a seguir...tou apaixonada pela fic....e o meu novo amor...



jinhu'hh
De protagonistas a 30 de Junho de 2008 às 22:36
Ah que perfeiçao! Foi um momento tão amoroso e querido!!! *.* fiquei babada e com uma vontade de ter um gustav so p'ra mim que nem te digo nada xD

ADOREI POSTA MAIS SIM ^^!!
De Marta Oliveira a 30 de Junho de 2008 às 22:42
P.E.R.F.E.I.T.O.

cada vez gosto mais da Alana xD
Inensamente bem escrito, com os timmgs, falas, situações completamente bem colocados.

sou tua fã

Quero mais!
De Funny Girl x a 30 de Junho de 2008 às 22:43
Finalmente o tão esperado beijo...

Posta mais!!

bjitos~~
De Mii. a 30 de Junho de 2008 às 22:45
Eu amei +.+
Amei a maneira como o escreves-te *-*
Fiqei sem palavras , juro !

Maiis capitulos assim bonitos +.+
Siim ? : D

Beijinho .
De Sássára a 30 de Junho de 2008 às 23:09


Este capítulo... Opá, tem tantos sentimentos misturados! Adorei, mesmo *.*
Eles merecem-se :D

Beijinho @
De Marykaulitz a 30 de Junho de 2008 às 23:30
Oooo o capitulo ta linduh

acredita e um dos melhores amei ^^

küsss
De akelakamaosth a 1 de Julho de 2008 às 09:36
posta mais pleaseeeeeeeeeeeeeeeeeee

Comentar post

Dreamer @ 02-04-2008

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