Segunda-feira, 7 de Julho de 2008

An Deiner Seite - Cap 52

Olá meus amores!!

 

 

Antes de mais, pediram-me para divulgar o blog de fics http://kaulitzslove.blogs.sapo.pt/ 

Passem por lá ^^

 

E agora... Eu sei que me tenho portado muito mal por não postar, eu sou mesmo uma incompetente --' Mas quero que saibam que hoje, enquanto estava num dia de reunião de familia num parque de campismo na Costa da Caparica, dei a desculpa ir a estudar o código da estrada, só para acabar de escrever este precioso capítulo!

 

Já estava com remorsos por demorar tanto a postar, vocês mereciam mais eficiencia da minha parte, têm sido maravilhosos comigo! Mas ando numa fase de depressão, daquelas pancas parvas das quais nunca sei a razão, e estou a ter imensa dificuldade em escrever... Acho que já vos disse isto, mas sinto-me mesmo mal por nem sequer andar a comentar os vossos blogs como deve ser... Mil desculpas para todos!!

 

Espero que este capitulo vos alegre um pouco,

ENJOY xD

 

* * *

 

[ Alana ]
 
Acordei quando uma luz forte e quente me atingiu a cara. Num primeiro momento não sube dizer onde estava… Tentei abrir os olhos… Não reconheci o espaço, nem reconheci a suavidade cama onde estava deitada… Mas reconheci aquele cheiro, o cheiro dele, e reconheci a forma como aqueles braços musculados me aconchegavam.
 
Então aquela noite maravilhosa tinha mesmo acontecido. Por momentos até achei que tivesse sido apenas mais um dos tantos sonhos, aqueles em que eu e ele nos encontrávamos. Sorri para mim mesma, sem saber se ele me estava a observar, sem saber se ele estava acordado. Mas cedo recebi a sua resposta, os braços do Gustav apertaram-me um bocadinho mais.
 
Com muito cuidado para não sair daquele abraço, levantei a minha cabeça e olhei-o com um sorriso brilhante. Ele já tinha os olhos abertos há muito tempo e sorria-me de volta. De imediato senti-me afogar numa aura enorme de conforto, segurança e bem-estar, e sube que não iria encontrar aquele sentimento nos braços de mais ninguém.
 
“Bom dia princesa.” Cumprimentou-me com aquele sorriso só dele, enquanto me acariciava o rosto delicadamente.
 
Eu não lhe consegui responder, estava demasiado feliz para o fazer. Limitei-me a soltar um grunhido fofinho enquanto me aninhava melhor nos seus braços. Não percebi como, mas ele já não tinha a t-shirt de cavas vestida, o que fazia com que eu sentisse mesmo o calor da sua pele… e não podia estar mais derretida.
 
Ficámos assim por um momento, lembrando deliciados a noite anterior. Os meus dedos percorriam as costas dele levemente, e eu descobri os seus pontos fracos, aqueles que faziam com que ele se contorcesse com cócegas. Ele fazia o mesmo, com a sua mão por baixo da minha camisola, mas eu reparei que ele evitava a zona do soutien… Adoro a maneira como ele me respeita, ainda mais do que as carícias que me faz.
 
“O que é que foi aquilo, Gustav?” Perguntei-lhe num sussurro, e ele soube ao que é que eu me estava a referir: a noite anterior, os beijos... aquele turbilhão de sentimentos a fervilhar dentro de nós.
 
Ele sorriu-me, desta vez um sorriso maroto, mas ao mesmo tempo fofo, “Não faço a menor ideia, Alie… Mas eu quero repetir sem dúvida.”
 
Esta faceta do Gustav não conhecia eu, mas parece-me que ia gostar muito dela. No mesmo instante, ele deitou-se em cima de mim, fitando-me por momentos. No meu rosto nasceu um sorriso atrevido que eu não sabia que tinha. O Gustav não esperou nem mais um segundo para me beijar.
 
Os lábios quentes e húmidos dele saborearam os meus demoradamente, e eu senti um arrepio estranho percorrer todo o meu corpo. Não percebi o que estávamos prestes a fazer, ou melhor, não me interessava… Eu não queria pensar, apenas me queria deixar levar, e estava a saber tão bem.
                       
Uma das suas mãos acariciava a minha barriga, movendo-se timidamente num sentido ascendente, e eu quase derreti só de o sentir. Mas foi a seguir que aconteceu algo que nem eu, nem o Gustav, tínhamos previsto… Ouvimos um ronco, misturado com um grunho revoltado de alguém que estava a partilhar o quarto connosco.
 
Eu e o Gustav paralisámos aterrorizados a olhar um para o outro, tínhamo-nos esquecido completamente! “Oh meu deus, o Georg!” Exclamámos os dois num murmúrio assustado.
 
“Ich glaube nicht, Tom…” Ouvi o Georg resmungar enquanto se levantava da cama dele, ainda de olhos fechados e com o cabelo liso completamente despenteado.
 
O pouco que sei de alemão ajudou-me a perceber que ele tinha dito: «Eu não acredito, Tom…». O que o Georg disse depois é que já misturava as palavras «Fick», «Frau» e «Hier» e eu não me vou atrever a traduzi-la… Mas resumindo, o Georg achava que o Tom se tinha ido divertir para ali com uma menina…
 
Eu puxei os lençóis até acima, por puro instinto, deixando apenas a minha cabeça de fora. Se pudesse tinha-me era ido esconder nalgum sítio, mas isso significava que o Georg ia ver as minhas inteiras, por isso deixei-me estar. No mesmo momento o Gustav sentou-se muito direito na cama gritou num tom ultrajado:
 
“GEORG!!” Reparei que as faces do Gustav estavam mais coradas que o habitual, e percebi que era um misto de vergonha e raiva.
 
O Georg abriu os olhos de repente, chocado por não encontrar o Tom naquela cama, deitado em trajes menores com uma rapariga… ou melhor, comigo. “GUSTAV?! Was tun Sie?”
 
Percebi que o Georg estava a perguntar ao Gustav o que é que ele estava a fazer… Mas perguntou-o com um olhar perverso, como se já estivesse a imaginar tudo aquilo que o Gustav e eu tínhamos feito durante aquela noite.
 
A única coisa que o Gustav fez foi levantar-se da cama, somente em boxers, cada gesto dele transpirava a raiva e o nervosismo que lhe estava a pulsar nas veias naquele momento. Vi no olhar do Georg que ele tinha percebido que tinha ido longe demais.
 
A seguir vi o Gustav fazer um protesto revoltado, e depois um pedido…“Es ist keines Ihres Geschäfts, aber bitte, seien Sie nicht ein Idiot und bleiben Sie ruhig... E fala em inglês senão ela não percebe nada.”
 
Obviamente que para além da última frase em inglês eu só percebi a palavra «Idiot», porque o Gustav falou demasiado depressa para a minha pouca compreensão da língua alemã. O Georg cruzou os braços e sorriu para mim, como que tentando redimir-se.
 
“Então… És portuguesa?” Perguntou-me ele aproximando-se da «minha» cama. Eu ainda me encolhi mais, puxando o lençol até que este tapasse o meu nariz, deixando apenas os meus olhos verdes de fora.
 
“Sou britânica…” Respondi-lhe a medo. O Georg ficou embaraçado e não me perguntou mais nada. Eu então, só fiquei mais calma quando o Gustav se sentou na cama a meu lado.
 
“Tu conheceste-a ontem Georg, é a Alie…” E dando-me as mãos, o Gustav ajudou-me a sentar-me na cama, mas mesmo assim eu certifiquei-me que as minhas pernas estavam devidamente tapadas com os lençóis.
 
O os olhos do Georg expressaram confusão, como se não se lembrasse de nada. Não me admirava se assim fosse. A bebedeira que ele apanhou foi tão grande...
 
“Não te lembras dela?” Insistiu o Gustav numa gargalhada incrédula, enquanto o Georg se esforçava por se lembrar, “A Alie é a amiga da Emi… Elas vieram ontem à noite ter connosco!”
 
“Amiga da Emi…?” Num primeiro momento ele pareceu ainda mais confuso, mas depois vi o seu rosto iluminar-se com quando as memórias voltaram… e no mesmo momento ele deitou as mãos à cabeça e murmurou, “Que dor!…”
 
Ambos, eu e o Gustav, relembrando as peripécias da noite passada com o Georg, soltámos uma gargalhada sonora que fez o pobre soltar mais um gemido doloroso. Muito mais à vontade, e ainda rindo passei a mão no cabelo loiro e despenteado dele, “Pobre Georg…”
 
“Olha para isto!…” Protestou ele fingindo-se desolado, e dirigindo-se ao Gustav, “Conhece-me à cinco minutos e já está a gozar comigo!”
 
Eu e o Gustav rimo-nos um pouco mais. Sabia tão bem rir-me com eles, estar com eles… Que pena que tudo isso acabaria em poucas horas.
 
Sem sequer repararmos começámos a conversar descontraidamente os três, e eu acabei por perder toda a vergonha. Porque é que parecia que eu já os conhecia desde sempre?…
 
Só parámos porque fomos interrompidos por batidas fortes na porta do quarto. Apesar de estarmos longe conseguíamos ouvir os berros impacientes de uma voz grossa do outro lado da porta.
 
“Oh fuck…” Suspirou preocupado o Georg, pondo-se de pé imediatamente. Sem dizer mais uma palavra, saiu do quarto a correr e eu depreendi que ele tivesse ido abrir a porta quem quer que fosse que estivesse do outro lado.
 
Eu olhei para o Gustav preocupada, mas ele até pareceu demasiado sereno quando me explicou, “É o David Jost. Está passado, e não é para menos…”, apontando para o relógio na mesa-de-cabeceira continuou, “Faltam dez minutos para as nove da manhã, e o nosso avião parte às dez em ponto do aeroporto.”
 
Um sentimento avassalador percorreu todo o meu corpo. Então era assim… tão cedo… um adeus forçado, para nunca mais nos voltarmos a ver. As lágrimas apoderaram-se dos meus olhos, mas mesmo antes delas caírem, o Gustav abraçou-me com força.
 
“Calma princesa… Isto não é o nosso fim…” Ouvir a voz dele murmurar aquela frase tão importante ao meu ouvido, acalmou-me. Eu confiava nele, mais do que em qualquer outro. Sabia que se ele estava a dizê-lo era porque era verdade.
 
Não reprimi a imensa vontade que tinha de o beijar. Aninhei-me no seu colo e deixei que os nossos lábios e as nossas línguas expressassem tudo aquilo que estávamos a sentir: uma paixão e desejo estanhos, saudade prematura e a vontade sincera de nunca mais nos separarmos.
 
Os gritos que vinham da sala obrigaram-nos a separar as nossas bocas. Agora os gritos vinham de dentro do apartamento. O David estava cá dentro, e a ele juntavam-se as vozes do Georg e do Bill, que entretanto deve ter acordado também.
 
Não percebi uma palavra do que diziam, falavam demasiado depressa para eu conseguir decifrar a conversa. Apercebendo-se disso, o Gustav começou a explicar-me:
 
“O David está a passar-se completamente… Diz que não percebe o que é que o Bill está aqui a fazer. O Bill explicou-lhe da Emily… o David sabe quem é a Emi, nós falámos-lhe dela no passado. Ele parece um bocado séptico, mas diz que compreende. «O problema mesmo é que vamos perder o avião para Nice» diz ele… e o nosso concerto lá é amanhã à tarde, hoje ainda dariamos entrevistas... Não nos podemos atrasar.”
 
Eu continuava a ouvir os protestos em língua alemã do produtor dos rapazes, e percebi que o Gustav estava a saltar muitas partes. Partes essas em que o senhor Jost devia estar a falar mal de mim e da Emi… o homem deve estar a odiar-nos neste momento, já que as culpadas do atraso somos nós.
 
Os berros cessaram finalmente e foram acompanhados de um bater de porta violento. O Jost acabou por sair. O úncio a voltar ao quarto foi o Georg, que chegou portador de um semblante grave e chateado, e do Bill nem sinal.
 
“O Jost está pronto para nos matar… Diz que a esta hora já devíamos estar a sair do hotel…”
 
Nem eu, nem o Gustav dissemos o que quer que fosse, apenas olhámos para ele enquanto os nossos corações se apertavam um pouco mais. Não consegui reprimir um soluço triste, que apesar de ter passado despercebido ao Georg, fez com que o Gustav deslizasse a sua mão para a minha, acalmando-me significativamente.
 
“As ordens do nosso querido produtor são para nos despacharmos a correr, e sairmos o mais depressa possível… Talvez assim ainda apanhemos o avião…” Continuou o Georg, agora dirigindo-se para o que eu deduzi ser a sua mala de viagem, com a intenção de a arrumar, “O Bill já foi ter com o Tom e a Emi para eles se despacharem, e vocês pombinhos, desculpem, mas vão ter de fazer o mesmo.”
 
Num impulso que não controlei, abracei-me ao Gustav, sem querer deixando escapar um grunhido infeliz. Ele respondeu-me com um sorriso triste, e acariciou-me os cabelos enquanto me beijava a testa.
 
“Vais tu tomar banho primeiro?” Perguntou-me ele casualmente, como que para nos fazer esquecer que nos teríamos de separar em menos de uma hora.
 
Nem sequer tive tempo de responder, já o Georg tinha dado um salto, muito assustado. Quando ele se virou para nos encarar, trazia o ultraje estampado no rosto, “Vocês vão tomar banho!?”
 
“Tu não vais!?” Perguntei-lhe escandalizada, enquanto reprimia uma súbita gargalhada. Agradeci mentalmente ao Georg por me conseguir fazer rir num momento tão crítico como aquele em que eu e o Gustav nos encontrávamos.
 
“Mas é claro que não vou tomar banho, Alie!” Protestou o Georg com extrema convicção, como se tomar banho fosse o mesmo que nos alistarmos numa milícia terrorista.
 
Eu e o Gustav desmanchámo-nos a rir, o que fez com que o Georg ficasse atrapalhado e inclusivamente, corasse um pouco. Mas que querido que ele fica envergonhado, só me apetece ir ali apertar-lhe as bochechinhas.
 
“Posso relembrar-te que ontem demos um concerto, e que entretanto tu apanhaste uma bebedeira de caixão à cova, e ainda nem sequer trocaste de roupa?” Declarou o Gustav por entre fortes gargalhadas. E imediato o Georg começou a analisar as suas roupas, como se procurasse nódoas ou sujidade. Depois levantou bem os seus braços e tentou cheirar os seus próprios sovacos. Esta cena só fez com que eu e o Gustav nos ríssemos ainda mais.
 
“Eu não cheiro mal!” Constatou o Georg, como se procurasse todas as desculpas e mais algumas para não ter de tomar banho.
 
“Tu já nem sentes é o cheiro!” No preciso momento em que o Gustav disse isto, o Georg lançou-lhe um olhar assassino, e eu não consegui controlar a gargalhada mais forte de sempre. No momento seguinte as gargalhadas do Gustav juntaram-se à minha… Era tão bom estarmos assim, a rir, satisfeitos e divertidos nestes últimos momentos antes da nossa separação, sem pensar no que está para vir.
 
“Além disso, Georg,” acrescentei enquanto tentava normalizar a minha respiração e controlar o riso, “Se as fãs lá fora te virem com a mesma roupa do concerto, da próxima vez que vieres a Portugal, de certeza que vais encontrar cartazes a dizer «Georg toma banho!».”
 
Os olhinhos do Georg ficaram tristíssimos e ele ainda soltou um suspiro infeliz… Eu e o Gustav estávamos a rir-nos mais do que nunca, agarrados às nossas barrigas.
 
“Pronto… Está bem, eu vou tomar banho. Contentes?” Anunciou o Georg cheio de revolta na sua voz. Depressa retirou de dentro da sua mala uma muda de roupa e dirigiu-se para a casa de banho, dizendo ainda antes de fechar a porta: “Os pombinhos tratem de aproveitar a minha ausência!”  
 
Ele nem sequer precisava de nos dizer, era isso mesmo que faríamos. Assim que o Georg desapareceu dentro da casa de banho, eu e o Gustav entreolhámo-nos e um sorriso triste rasgou-se nos nossos rostos.
 
Sem pensar muito, concentrada apenas em aproveitar cada segundo, deitei-me na cama e estendi os braços para o Gustav, convidando-o a deitar-se comigo. Ele debruçou-se sobre mim sem esperar um segundo que fosse, e o seu sorriso triste transformou-se no sorriso mais maravilhoso que eu alguma vez vi.
 
Os olhos do Gustav percorreram o meu corpo muito devagar, e depois olharam cuidadosamente cada milímetro quadrado do meu rosto. Num gesto doce e ao mesmo tempo cheio de desejo, a mão forte dele começou a acariciar-me os cabelos, descendo lentamente para o meu rosto, depois para a minha cara, o meu pescoço, peito, barriga, cintura e parando gentilmente na perna, onde permaneceu.
 
À medida que o seu toque percorria o meu corpo trémulo, um estranho arrepio de puro prazer correu nas minhas veias, chegando a cada canto do meu corpo. Eu não aguentei mais um segundo que fosse, abracei-me ao pescoço do Gustav, e entreguei os meus lábios aos dele à medida que aquele desejo intenso possuía os nossos corpos e as nossas mentes.
 
Não sei descrever o que aconteceu a seguir, foi demasiado intenso e demasiado louco para conseguir pô-lo em palavras. Nós os dois nunca tínhamos experimentado nada semelhante. A única coisa que eu sei que eu e o Gustav queríamos, era que o Georg tomasse o banho mais longo de toda a sua vida.
 
* * *
 
Continua...
Espero que tenham gostado deste capitulo! E que não vos esteja a desapontar à medida que a fic caminha para o final!
 
Não se esqueçam! Preciso das vossas opiniões! Comentem!! ^^
Loads of Kisses to All of You!
 
ACTUALIZAÇÃO: Esqueci-me de um pormenor... Para quem percebe tanto de alemão como eu [ ou seja NADA! x'D ] o que o Gustav diz ao Georg é algo parecido a: "Não tens nada a ver com isso, agora por favor, pára de ser idiota e acalma-te!"... A todos aqueles que percebem de alemão, peço imensas desculpas pelos erros que possam existir, mas culpem o tradutor do Google porque foi ele que me disse como é que as coisas se escreviam!! xD

 

sinto-me: Cansada e com soninho ^^
música: Nadica de nada oO
publicado por Dreamer às 02:07
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25 comentários:
De protagonistas a 7 de Julho de 2008 às 02:24
Para variar só tenho uma palavra P-E-R-F-E-I-T-O !!!


LINDO LINDO LINDO

Quero mais sim ^^ ?! E não estas a desapontar ninguem, pelo menos não a mim xD ! Está perfeito e mal posso esperar para saber como acaba tudo isto LOL

MAIS...^^
De Buna a 7 de Julho de 2008 às 02:46
WOW!!!!!!!!!!!!!!!! =P

Adorei este capitulo, princesa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Axo k nao tens k te preocupar pk estas a fzr um trabalho fabuloso com isto!!!! *squishes you*

Lurve and very tight hugs!!!
Buna

PS-Derreti knd o Gustav chamou princesa a Alie!! ^^
De Sii '' a 7 de Julho de 2008 às 09:41
ta msm lindo....n m desiludis t...aliás esta fic está mesmo do melhor...

quero mais sim?!?!

jinhu'hh
De Lila a 7 de Julho de 2008 às 09:51
este capitulo foi LINDO *.*

aquele gustav
e
aquele georg

[so nao gostei da atitude do jost, mas a verdade é q ele é 1 mal encarado do pior...]

amei
kuss
De akelakamaosth a 7 de Julho de 2008 às 10:21
amei posta mais bitte
De Mii. a 7 de Julho de 2008 às 10:55
Qe coisa mais linda *-*
Está tão bonito este capitulo , aliás os ultimos estão todos LINDOS +.+

Qero escrever assim o.o
Beijinho~

De Sofia Oliveira a 7 de Julho de 2008 às 11:31
o que e vou dizer é que:

QUERO MAIS..

beijinho**
De xana_TH a 7 de Julho de 2008 às 11:45
amo as tuas fic's! ja' as ando a seguir a algum tempo, mas so' criei o meu blog ontem por isso decidi comentar! ^^

Sao um ma'ximo poww!
quero saber como e' que vai acabar..
De Sássára a 7 de Julho de 2008 às 12:13


Ai estes dois.. Sao lindos :D


Beijinho @
De Haily a 7 de Julho de 2008 às 12:55
Só tenho uma palavra a descrever este capítulo: "FANTÁSTICO" *.*

Eu não percebo absolutamente nada de alemão Hehe ^^

Ai a Alie e o Gustav fazem um par perfeito...

Sim, é mesmo verdade, este capítulo é mesmo precioso , mas acho que são mais todos os capítulos que escreves...

Só é pena que esteja quase a acabar, apesar de eu estar a ADORAR esta fic, é uma das minhas preferidas, ou talvez seja a minha preferida ^^. Tens sempre aquele jeito "cuidadoso" a escrevê-la, e fica sempre espectacular xD

Quantas vezes já disse que devias ser escritora? x'DD

Beijinhuu .

www.fics_da_haily.blogs.sapo.pt

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