Sexta-feira, 11 de Julho de 2008

An Deiner Seite - Cap 53

Olá meu amores!! ^^

 

Eu sei... Vá, podem me bater, esfolar, espancar... Eu mereço. Mas mesmo assim vou tentar explicar como tem sido as minhas férias: Acordar cedinho - Aulas de código - Almoçar - Aulas de código, e depois nunca chego a casa antes das oito da noite! --' Quando me tento sentar em frente ao pc para escrever a fic ou me fico a babar para o ecrã [ veridico --' ] ou adormeço para cima do teclado [ também já aconteceu --' ]

 

Nos entretantos vou conseguindo comentar alguns posts vossos, mas eu sei que me tenho andado a portar mal até nesse sentido. Depois a inspiração também não está a ajudar, só faltam mais dois capitulos [ gigantescos ] para além deste para a fic acabar, e eu estou a ser muito exigente comigo mesma, simplesmente porque não vos quero desiludir de maneira nenhuma! Eu escerevi e apaguei este capitulo que vocês vão ler agora cerca de três vezes... Espero que tenha ficado alguma coisa de jeito! [ sim, eu sei, sou uma insegura de m*rda --' ]

 

Mas sem mais lamúrias,

Queria agradecer a todos os que leêm e comentam! A sério, o que seria eu sem vocês! Acreditem que são os vossos comentários que me dão foça e me fazem querer escrever cada vez mais e melhor! Dedico-vos a todos este capítulo!! ^^

 

E agora,

ENJOY!! x)

 

* * *

 

[ Emily ]
 
“Tom!... Emi?... Vá lá, abram a porta! Eu sei que me estão a ouvir!” Pobre Bill, nós estávamos a ouvi-lo sim, mas não nos queríamos levantar. Não era propriamente por preguiça, só não nos queríamos separar um do outro.
 
Enquanto o Bill continuava a insistir no corredor, batendo cada vez com mais força, e a cada momento berrando um pouco mais alto, eu e o Tom mantínhamo-nos serenamente deitados naquela cama. Continuávamos imóveis no nosso abraço, forçando-nos a esquecer o mundo à nossa volta, e ignorando a insistência do Bill tal qual tínhamos ignorado a do Jost a apenas alguns minutos atrás.
 
Com os nossos olhares presos um no outro, continuávamos hipnotizados pelo prazer de estarmos juntos. Riamos baixinho porque imaginávamos as figuras que o Bill estaria a fazer no corredor. “Vá lá, abram a porta! Senão o Jost mata-me… Tom, não queres ficar sem irmão, pois não?”
 
Ri-me um pouco mais alto, “Acho que temos mesmo de ir abrir a porta ao Bill…”
 
O Tom apertou-me com mais força contra o seu corpo, e durante um breve segundo achei que estávamos de volta à Alemanha… deitados na cama individual do meu quarto, na casa do meu pai, como tantas vezes estivemos. Dessas vezes, quando adormecíamos ou perdíamos a noção das horas, e não nos levantávamos antes da minha madrasta, a «Evil Cath» me vir acordar.
 
A minha porta sempre trancada salvou-nos de sermos apanhados um sem número de vezes, e o que acontecia era algo bastante parecido aos que estávamos a viver agora: a «Evil Cath» batia na minha porta, berrando para que eu acordasse, abrisse a porta e me fosse despachar para a escola; Enquanto que, sem que ela pudesse desconfiar, eu e o Tom estávamos os dois deitados na minha cama, bem abraçados, depois de uma noite juntos absolutamente mágica sem dormir.
 
Vi nos olhos do Tom que ele também se estava a recordar desses tempos. “Quando era com a «Evil Cath» tu nunca querias sair da cama…” Disse-me ele sorrindo perversamente e beijando-me logo de seguida.
 
Quis responder-lhe, “Quando era com a «Evil Cath» tu não tinhas um avião para apanhar…”, mas não consegui separar a minha boca da dele, não consegui e não quis.
 
Aqueles lábios, aquela língua e aquele piercing fizeram-me perder a noção da realidade. A maneira com a língua dele brincava com a minha, e o jeito como o seu piercing passeava nos meus lábios, provocou-me um arrepio de desejo que percorreu as minhas costas, fazendo-me querer repetir aquilo que tantas vezes tínhamos feito na noite anterior.
 
Sem que eu pudesse prever, o Tom rolou para cima de mim novamente. A boca dele deslizou para o meu pescoço, dando pequenas mordidelas enquanto o beijava. As suas mãos estavam perdidas em carícias pelas minhas pernas, e a única coisa que tanto ele como eu queríamos era que fundíssemos os nossos corpos num só. Era um sentimento que estava para além do desejo carnal, eram os nossos corações que imploravam para que nunca mais nos separássemos, para que fossemos um do outro para sempre.
 
Os olhos do Tom fixaram os meus, e juntos murmurámos aquela palavra tão sagrada que nunca diríamos a mais ninguém, “Amo-te…”
 
Sorrimos. Estávamos mais felizes que nunca, apesar de sabermos que seria uma felicidade que não duraria muito mais tempo.
 
“TOM KAULITZ E EMILY WOLFF! FAÇAM O FAVOR DE SE LARGAREM E ME ABRIREM A PORRA DA PORTA AGORA!!”
 
Okay, agora o Bill estava possesso… “Temos que abrir a porta ao coitado do teu irmão…” Murmurei soltando uma pequena gargalhada, enquanto uma das minhas mãos acariciava as costas do Tom e a outra o seu rosto.
 
“Tem mesmo de ser?” Perguntou-me o Tom sorrindo também, enquanto me beijava novamente o pescoço.
 
“TEM QUE SER JÁ!!” Ouvimos o Bill berrar do lado de fora do quarto e não conseguimos reprimir uma gargalhada sonora.
 
Lentamente, o Tom arrastou-se para fora da cama, e puxou-me com ele, agarrando-me pela cintura, “Se eu sou obrigado a levantar-me, tu também és, minha menina…”
 
Tentei resistir, rindo e fazendo força para que ele me deixasse cair na cama outra vez. Mas a verdade é que eu não me queria separar dele, portanto segui-o.
 
Pelo caminho até à porta, eu consegui vestir a minha roupa interior, que tinha ficado espalhada pelo chão e ainda uma das t-shirts do Tom. Ele simplesmente apanhou os seus boxers e vestiu-os de qualquer maneira.
 
“Já não era sem tempo meninos!” Refilou o Bill, entrando de rompante no quarto assim que lhe abrimos a porta. “Estava a ver que me iam deixar plantado no corredor a ganhar raízes… Não preciso de perguntar para ver que a vossa conversa correu bem, está estampado nas vossas carinhas!”
 
Eu sorri envergonhada para o Bill, inclusivamente tentado esconder a minha cara que ficou subitamente corada. Mas o Tom não se fez de tímido e começou a protestar com o irmão:
 
“Era bom que tivesses ficado no corredor, pá… pelo menos não nos interrompias!” Dito isto, o Tom toma-me nos braços dele novamente e beija-me o pescoço, mesmo à frente da cara do irmão.
 
O Bill, coitado, tapou os olhos e começou a fugir de nós, “Parem com essas poucas vergonhas! Tenham respeitinho por mim, sim!?”
 
Não consegui evitar uma gargalhada. Eu que tinha estado calada o tempo todo, tinha-me limitado a observar o «confronto» entre os gémeos. Pode parecer idiota, mas tinha saudades das discussões deles, eram sempre tão hilariantes e caricatas… estupidamente, faziam-me sentir em casa.
 
“Tive tantas saudades, Bill…” Disse-lhe sinceramente, enquanto me soltava dos braços do Tom para me abraçar a ele. O Bill respondeu abraçando-me carinhosamente como antes fazia, e beijando-me a testa.
 
“Também tive muitas saudades tuas, Emi… Fizeste muita falta a todos nós.” As lágrimas inundaram os meus olhos e os do Bill sem piedade, depressa estávamos os dois a chorar ainda abraçados. Como é que eu tinha conseguido ficar tanto tempo sem aquelas quatro criaturas que continuavam a ser tão importantes para mim?
 
“Hey! Hey! Hey!!!” Começou a berrar o Tom enquanto nos separava, “Não quero cá choradeiras! Parecem duas Marias Madalenas.”
 
“Parvo…” Disse eu sorrindo, tentando limpar as minahs lágrimas, ao mesmo tempo que o Bill lhe chamou:
 
“Estúpido!…”
 
Por um momento apenas trocámos olhares entre os três, mas no momento seguinte já estávamos os três a rir da nossa própria estupidez. Quem me dera que pudéssemos ficar assim para sempre.
 
A expressão do Bill que tinha sido alegre até à um momento atrás, ficou bem mais preocupada e triste quando ele anunciou: “Vocês já devem saber o que é que o Jost quer… Precisamos de nos despachar, o avião não espera por nós.”
 
E dito isto avançou para mim uma vez mais, abraçando-me com força e demoradamente, “Queria tanto poder estar mais tempo contigo, Emi…”
 
Fui incapaz de lhe responder, já tinha os olhos a ficarem cheios de lágrimas outra vez. Aquilo podia não ser ainda a despedida, mas fazia sem dúvida com que eu me sentisse perto de me separar deles outra vez. Cada minuto que passava, era mais um minuto de proximidade daquele momento que eu não queria viver.
 
Lentamente desfizemos o abraço, mas não sem antes o Bill deixar um último beijo carinhoso na minha testa, e eu um na sua bochecha.
 
“Isso já é intimidades a mais!” Protestou o Tom, puxando-me para os seus braços novamente e os três começámos a rir outra vez. Pedi com todo o meu coração que aquele momento durasse para sempre.
 
“Despachem-se está bem?” Pediu o Bill dirigindo-se ao seu canto do quarto, tirando roupa do armário e guardando-a na sua mala. “Eu até vos deixo irem tomar banho primeiro, enquanto eu arrumo isto.”
 
“A ideia agrada-me…” Riu-se o Tom para mim, com aquele olhar dele enquanto brincava com seu piercing. Eu percebi imediatamente o que é que ele estava a magicar naquela mente perversa.
 
“Eu vou primeiro Tom, tu vais depois, não é um banho em simultâneo…” Afirmei eu, corrigindo o pensamento dele. Para meu azar, ou não, o Tom já me estava a arrastar para dentro da casa de banho com ele. Sem admitir outra opção senão aquela de tomarmos banho juntos.
 
“Bill faz alguma coisa!!” Implorei, perdida de riso, porque para facilitar o trabalho dele, o Tom estava a atacar-me com cócegas sem qualquer misericórdia.
 
“Pois faço!” Declarou o Bill, e no momento seguinte passou um terceiro conjunto de toalhas ao Tom, bem como uma muda de roupa para ele e o meu vesitdo preto, que tinha ficado a noite toda em cima da cama do Bill. E antes de fechar a porta da casa de banho ainda disse: “Divirtam-se, mas depressa!”
 
“Maninho, comigo nunca é depressa, as coisas boas levam o seu tempo…” Assim que o Tom acabou de dizer este disparate, preguei-lhe uma chapada no ombro.
 
“Tu não tens vergonha nenhuma, pois não, Tom Kaulitz?!” Ralhei-lhe por entre uma gargalhada. Fingi estar escandalizada, e repousei as mãos nas minhas ancas em sinal de protesto.
 
Ele não me respondeu. Com o mesmo sorriso maroto, puxou-me para mais perto dele, encaminhando-nos para a banheira enorme daquela casa de banho gigantesca.
 
O nosso olhar ficou preso uma vez mais, e ambos ficámos subitamente sérios. Tínhamos a certeza que não voltaríamos a estar juntos desta maneira… pelo menos não tão cedo. Este era um momento precioso, e estávamos dispostos a viver cada segundo ao máximo.
 
Lentamente, e como se de um ritual se tratasse, ele retirou-me a t-shirt que eu tinha vestido à pressa. E depois de deixar que as suas mãos me acariciassem sem urgência o meu rosto, ele aproximou as nossas bocas para que se beijassem. As minhas mãos percorreram em carícias as suas costas e a sua nuca, enquanto as nossas línguas dançavam uma dança sagrada. Foi um beijo longo, muito demorado e cuidado… era já um beijo cheio de dor e saudade, um beijo de despedida.
 
A nossa roupa interior desapareceu, o Tom encarregou-se disso. Num movimento ágil, e sem que nos tivéssemos de separar daquele beijo, ele passou para dentro da banheira, e ajudou-me a entrar também. Guiou-me para onde eu julguei ser o chuveiro, e eu senti a água quente cair em cima de nós enquanto nos beijávamos e nos tocávamos. As nossas mãos percorriam os nossos corpos molhados sem pudor. Precisávamos de nos sentir, precisávamos de ter a certeza que aquilo era real, que ainda nos tínhamos um ao outro, ainda que por pouco tempo.
 
Entregámo-nos um ao outro, deixando que aquela água escaldante nos abençoasse, e rezámos com todas as nossas forças, para que aquela não fosse a nossa última vez.
 
* * *
 
Continua...
Que tal? Gostaram? Deixem as vossas opiniões, preciso mesmo muito de saber o que acharam deste capitulozinho ^^
Comentem!
 
Agora só faltam mais dois capitulos para a fic acabar ='(
Loads of Kisses to All of You!

 

sinto-me: Cansada à brava :x
música: O meu pai a embirrar comigo --'
publicado por Dreamer às 20:13
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29 comentários:
De Melissa J. a 11 de Julho de 2008 às 21:24
2?! Tanto tempo acompanhar esta fic que nunca pensamos que o final existe... e ele existe e e pena porque eu adorava continuar a historia mas nao os separes arranja maneira de eles ficarem juntos tipo Jonhy Depp e Vanessa Paradis por favor
Espero que a proxima fic venha rapido .Posta os dois capitulos e nao te preocupes o capitulo ficou sem palavras como toda a fic....Beijokas

Passa pelos meus blogs o da fics e das meio crónicas...
De Sássára a 11 de Julho de 2008 às 21:28


Opáá, os teus capitulos são sempre tão lindos e enormes!
Adoro mesmo, acredita.

Beijinho @
De mia a 11 de Julho de 2008 às 21:29
é qase impossivel nao gostar disto! eu qero mesmo saber como e' qe isto vai acabar...

e tenho msm mta pena qe estejas ocupada e n tenhas tempo pa tares a escrever! ja tinha imensas saudades da tua fic e ate ja tinha pensado em fazer chantagem contigo xD


a ver se arranjar mais um tempinho para escreveres o proximo :)
De Funny Girl x a 11 de Julho de 2008 às 21:32
Não acredito que esta fiuc vai acabar...

Opá isto é viciante!!

Espero que quando esta acabar faças outra!!

Bem eu também rezo por eles, para que não seja a ultima vez...

Espero que não, eles já passaram por tanto e agora vão-se separar novamente ='(

Posta mais sim??

bjitos~~
De protagonistas a 11 de Julho de 2008 às 21:47
Awwwwwww... Amei amei amei

Está tão perfeito, tão lindo, tão UNICO!!!!

Está tão lindinho ^^

Quero mais sim *.*???
De protagonistas a 11 de Julho de 2008 às 21:47
Awwwwwww... Amei amei amei

Está tão perfeito, tão lindo, tão UNICO!!!!

Está tão lindinho ^^

Quero mais sim *.*???
De Morceguinha a 11 de Julho de 2008 às 21:54
Há seculos que não comento um blog, acredita no que te digo...Mas ao ler este capitulo, mais um na quantidade de todos os teus capitulos que já li, não consegui resistir a comentar, era impossivel ignorar o eu desejo de te dizer o que penso.
Amo a tua escrita, amo a forma como consegues transportar-nos para a história, sentindo o que elas sentem...Amo cada frase desta fic...
Não te vou puxar as orelhas por não postares sempre, mas antes por não acreditares na tua escrita...Toda e cada letra que escreves se conjura numa única melodia magnifica de ouvir
Amo esta fic, é impossivle não amar!
Küssinhos
É escusado dizer que quero mais não é?
De Ritoka a 11 de Julho de 2008 às 21:56
Lindo, maravilhoso...
Tadinho do Bill XD
amo a tua fic ^^, ohh está a acabar...:'(
De Sii '' a 11 de Julho de 2008 às 22:06
este capitulo está maravilhoso tal como toda a fic...é mesmo pena já estar a acabar,pois sinceramente não queria que isso acontece-se...

nunca me vais desiludir, porque isso é impossivel...a fic é maravilhosamente linda!

quero mais sim,mesmo sabendo qeu fica mais perto do final.

jinhu'hh
De |x| G' |x| a 11 de Julho de 2008 às 22:13
adoro mesmo a tua fic...
quero saber como vai ser o final e quero que eles fiquem juntos...
mas sei que vou ter saudades da sra Emily e da sra Alana... =(
e ja so faltam 2 capitulos...aiaiai

*

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Dreamer @ 02-04-2008

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