Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008

Forever Sacred - Cap 4

Olá meus amores!! ^^

 

Eu sei, devem estar a pensar, «Olha afinal esta não morreu...» x'D Eu sei que ando muito desaparecida. Nem tempo para ler as vossas fics eu tenho, sinto-me a ficar cada vez mais atrazada... Espero conseguir recuperar e comentar posts vossos. Eu prometo que se eu ler, eu comento, não gosto de ler de borla --'

 

Bem, a razão desta atrapalhação toda é, [ para além de juntar à festa o facto de ter de partilhar este computador com a minha irmã ] ter os meus pais de férias, [ saímos, vamos passear, vamos à praínha ^^ ]  e também de ter exame de código daqui a duas semanas! [ estou a morrer de remorsos porque ainda nao estudei alguns temas como deve ser --' ]

 

Isto tudo para concluir que não tenho muito tempo para vir ao pc, e muitas vezes quando aqui chego já estou a morrer de sono --' [ como é o caso --' ] Lamento estar a ser uma má para vocês, principalmente quando vocês estão a ser tão bons para mim! Principalmente ali a Tom Kaulitz Fans que me encheu de comentários fofinhos e os quais eu agradeço do fundo do coração ^^

 

Mas agora, menos lamento e mais Fic,

porque foi por isso que aqui vieram xD

ENJOY! xD

 

* * *
 

Não adormeci antes dos primeiros raios da aurora invadirem o meu quarto. Desta vez a culpa não foi dos ruídos animados provenientes do quarto do meu irmão. Não, desta vez ele e a sua acompanhante tinham-me respeitado. O problema, ou os problemas, foram outros. As insónias foram demasiado fortes, o arrependimento por não ter arriscado era demasiado angustiante… a vontade de a ter comigo corroía-me. Lembro-me me perguntar se isto não seria já obsessão… Não, não pode ser. Não o é… É apenas arrependimento… remorsos.
 
Não dormi um sono confortável, nem isso me seria possível. Tive visões daquele pôr-do-sol, vi-a novamente… Mas desta vez não fui cobarde, fui até ela e conversámos até depois do sol se pôr. Não sei do que falámos, não me lembro exactamente… Mas lembro-me do tom da sua voz, do som das suas gargalhadas reconfortantes e genuínas.
 
Acordei sobressaltado depois do que me pareceu ser apenas cinco minutos, depois de ouvir um violento estrondo no apartamento. Demorei mais do que o normal para conseguir raciocinar, a minha cabeça parecia dormente, ainda presa ao mundo dos sonhos. Mas depois percebi, alguém tinha entrado no apartamento e passeava agora com passos pesados na zona de estar, ou assim avaliava eu pelo som que essa pessoa fazia ao caminhar.
 
Levantei-me a custo, o meu corpo estava relutante em obedecer-me, parecia querer permanecer adormecido. Quando por fim as minhas pernas suportaram o meu corpo, forcei os meus olhos a manterem-se abertos e procurei um relógio. Depressa achei um na minha mesa-de-cabeceira, tive de esfregar os olhos para confirmar que estava a ler as horas correctamente… Meu deus, passavam já vinte e sete minutos das quatro da tarde.
 
Arrastei-me para fora do quarto ainda descalço e profundamente ensonado, para encontrar o Tom já vestido com calções de banho e uma t-shirt comprida, e servindo-se de uma bandeja de comida que eu adivinhei ter sido trazida pelo serviço de quartos.
 
“Bom dia, flor do dia!” Cumprimentou-me ele jovialmente, num tom gozão, enquanto se sentava num dos sofás com um prato cheio de massa no seu colo. “Ou deverei dizer, flor da tarde?”
 
Apesar do Tom ter achado imensa piada ao que tinha dito, e de se estar a rir como um parvinho enquanto provava a sua massa, eu apenas me limitei a soltar um prolongado bocejo e a perguntar-lhe de forma aborrecida, “Estás acordado à muito tempo?”
 
Ele tinha já fios de massa pendurados na sua boca, quando me respondeu, “O suficiente para ter ido com a francesinha à piscina do hotel … e de voltar para aqui e pedir um almoço decente para nós os dois.”
 
Eu soltei um grunhido surpreendido enquanto o Tom sugava os fios de massa. Simplesmente não era habitual o meu irmão lembrar-se de mim quando o assunto era a comida. Ele ainda estava a mastigar quando se começou a rir, “Não me olhes com essa cara, Bill. Encomendei massa a contar contigo… Ia acordar-te agora mesmo.”
 
Eu agradeci-lhe com um sorriso sincero e um murmurado “Obrigado.”, pegando logo no prato de massa que esperava por mim no carrinho do serviço de quartos. No segundo a seguir já estava sentado no sofá ao lado do meu irmão, comendo como ele, equilibrando o prato nos meus joelhos. A verdade é que depois de ter ficado desde a noite anterior sem comer devidamente, acabei por me sentir genuinamente esfomeado.
 
Passámos a refeição debaixo de um silêncio muito pouco usual, apenas quebrado pelo nosso ruidoso mastigar. Deduzi de imediato que se tivesse passado algo de errado na sua noite… talvez não tivesse sido como ele esperava. “A noite foi assim tão má?” perguntei-lhe puramente brincando com ele, ao mesmo tempo que pousava os meus talheres no meu prato, dando como terminado o meu almoço.
 
“Tu nem me digas nada, Bill…” Resmungou o meu irmão visivelmente chateado, enquanto expressava uma careta de repugno e arrumava os seus talheres. Ao ver-me expectante por uma resposta, ele explicou-me, “Consegues imaginar a sensação de comer algo que já foi mastigado por imensa gente?”
 
“TOM!” Berrei-lhe assustado, fazendo um gesto brusco, e implorando-lhe para que não continuasse. Não me admirei por ficar subitamente mal disposto, “Não preciso que me descrevas mais nada, está bem?”
 
Ele começou a rir-se no mesmo instante, e acabou por se levantar e colocar o seu prato vazio, assim como o meu, novamente no carrinho. A custo, graças à sonolência e dormência em que, apesar de tudo, a minha mente ainda se encontrava, tentei recapitular tudo o que o meu irmão me havia dito, e não tardei a ficar confuso.
 
Então ele não tinha gostado da noite, mas mesmo assim faz o sacrifício para acordar «cedo», e ainda concretiza algo absolutamente inédito, que é sair no dia seguinte com a rapariga com quem passou a noite? Decidi perguntar-lhe para ele me poder esclarecer, ao mesmo tempo que o meu estômago cheio de massa dava uma cambalhota desconfortável, “Tu depois da «comida regurgitada» ainda foste passear para a piscina com ela?”
 
O meu irmão não perdeu tempo a colocar aquele sorriso perverso no seu rosto, e ao mesmo tempo começou a percorrer os seus lábios com a língua, parando no seu piercing. Foi cheio de entusiasmo que ele me respondeu, “A Claudette disse que estava aqui de férias com duas amigas mais inexperientes… Por isso decidi ir à piscina com ela de manhã, para tentar conhecê-las.”
 
Eu quase lhe bati de tão escandalizado que estava. O meu irmão começava a ultrapassar os limites do razoável. Expressei com o meu olhar o nojo extremo que sentia por ele naquele momento, “Mas tu não tens mesmo vergonha, Tom Kaulitz?!”
 
Ele riu-se ainda mais para mim, enquanto se levantava do sofá, na direcção do quarto, “O que é, pá? Elas são amigas, não são? Elas que se entendam sozinhas, não tenho nada a ver com isso!”
 
Quase fulminei o meu irmão com o olhar. As atitudes dele estavam a tomar proporções monstruosas! O respeito para com as raparigas com quem ele se deitava estava agora completamente ausente. Sentia a raiva a alastrar-se pelo meu corpo como fogo… Ele era meu irmão gémeo! Como é que neste aspecto conseguimos ser tão diferentes!? Ele não podia continuar a ser assim, não podia continuar a desprezar as raparigas desta maneira, não podia continuar a usá-las… Eu não ia permitir isso! “Tom temos de falar sobre a tua atitude… Isto já está a ser demais!” Inquiri-o enquanto me levantava também para o seguir.
 
O meu irmão limitou-se a entrar no seu quarto, e a sair logo depois com os chinelos enviados nos dedos dos pés e uma toalha pendurada no seu ombro. Respondeu-me apressadamente, com um sorriso irónico, e sem me deixar interrompê-lo à medida que ele se dirigia para a porta de saída do apartamento, “Adoraria ficar para essa conversa, Bill, mas não vai dar… Tenho um encontro marcado com uma das amigas da Claudette, a Christinne… Uma ruivinha com muito potencial. Até logo, maninho!”
 
Eu continuei a persegui-lo, mas ele nem se dignou a esperar por uma resposta da minha parte. Ele já tinha aberto a porta e já estava a preparar-se para sair e continuava a fingir que não me via ou ouvia. Ainda lhe berrei muito indignado, “Eu não acredito, Tom… Volta aqui! TOM!”
 
Mas a única resposta que tive foi o estrondo da porta quando ele a fechou com toda a força na minha cara.
 
“Porra!…” Bramei dando um pontapé na parede mais perto de mim. Arrependi-me logo a seguir de o ter feito por estar descalço… não conseguia sentir os meus pequenos dedos dos pés. Quase uivei de dor, mas a raiva que sentia do meu irmão era mais forte e o uivo pareceu-se mais com um rosnar atiçado.
 
Fui sentar-me no sofá esmurrando tudo o que encontrava pela minha frente, incluindo um alto abajur que caiu desamparado no chão. Não me lembrava de alguma vez ter-me sentido assim, tão nervoso, tão descontrolado… Precisava de me acalmar, precisava de pensar em outra coisa… Oh, isso era fácil. Nem dois segundos depois estava a pensar nela, na rapariga da praia…
 
Será que a iria ver naquele dia? No mesmo momento comecei a sentir alegria e nervosismo a tomarem conta do meu corpo. Era provável que eu a visse… Pelo menos esperava que sim.
 
Tracei o plano na minha cabeça. Iria esperar por ela na praia… De certo que ela apareceria novamente, caminhando pelo meio da rebentação para delicia dos meus sentidos. E desta vez eu não podia fugir, nem me podia deixar acanhar. Tinha de me encher de coragem e aborda-la… Ainda não sabia o que iria dizer, confiava que me haveria de surgir alguma coisa, algum improviso, que me iria permitir conversar com ela, estabelecer uma ligação. Neste momento era tudo o que eu pedia: Queria estabelecer uma ligação com aquela rapariga, queria conhecê-la e que ela me conhecesse também.
 
Não demorei a arranjar-me e a sair do quarto, tendo a o areal da praia de Maili como destino, e demorei ainda menos tempo a chegar lá. Cheguei a temer que me fosse cruzar com o Tom no caminho, e que me fosse enervar novamente, mas felizmente nada disso aconteceu. Assim que alcancei o areal procurei o local onde tinha estado no dia anterior, e não me foi difícil encontrá-lo. Lá estendi a minha toalha, sentei-me de frente para o mar, fitando as pequenas ondas que rebentavam suavemente e esperei… Esperei ver um vulto aproximar-se por entre as águas, esperei ver aqueles cabelos negros brilhantes esvoaçar…
 
O forte entusiasmo, e a expectativa constante que faziam o meu coração bater mais depressa e o meu corpo ficar dormente, foram-se desvanecendo com os minutos que passavam… Com as horas que se iam… Eu mal me movi na minha espera, sempre sentado de costas muito direitas e pernas cruzadas. Apesar de sentir o meu corpo a ficar gradualmente mais quente e a minha pele dolorida, não me movi. Queria vê-la quando ela chegasse, não queria perder tempo… Mas ela não veio.
 
O horizonte começou a preparar-se para receber o sol uma vez mais, e o céu pintou-se naqueles mesmos tons resplandecentes e sumptuosos de lilás, violeta, roxo, vermelho, laranja, e amarelo, nos quais tinha vibrado na tarde anterior… O mar calmo brilhava novamente, como se tivesse sido talhado com os mais puros diamantes… Mas a visão não era a mesma, a rapariga não estava lá.
 
Senti o meu coração acelerar a cada segundo que passava… A cada segundo que passava sem eu ver a sua silhueta surgir na linha do areal. Não, ela não podia ter-se ido embora… Não podia ter desaparecido! O meu ritmo cardíaco começou a ficar descontrolado apesar de eu me continuar a convencer que a voltaria a ver… Os remorsos eram tão grandes que eu não me deixava convencer que a tinha perdido, ainda antes de ter tido uma oportunidade de a conhecer.
 
Cansei-me de esperar. Não conseguia ficar ali, imóvel naquele banco de areia, sem a procurar. Não conseguia nem podia. No fundo algo me dizia que a encontraria se procurasse por ela naquela extensa praia.
 
Levantei-me rapidamente, tentado não parar para pensar no que estava a fazer, e enrolei a minha toalha debaixo do meu braço, pegando nos chinelos com a minha outra mão... e lá ia eu. Estava incerto, inseguro daquilo que estava a fazer, sentia-me um louco a perseguir a sua cura, mas ainda assim caminhei a passadas largas na mesma direcção que a rapariga tinha seguido na tarde anterior. Os meus olhos foram varrendo tanto o dourado areal, como o vasto mar, a cada passada que eu dava… Era como se eu esperasse vê-la surgir no meio das águas, como uma sereia, com tanta naturalidade como a de a encontrar caminhando nas areias...
 
A cada passada que eu dava, mais o meu coração apertava e mais o ar me faltava… A minha esperança emagrecia a cada metro que eu percorria. Mas o meu coração continuava cheio de arrependimento e não me permitiu cessar aquela busca, ou regressar ao apartamento admitindo a minha derrota. Por isso continuei a caminhar. Continuei determinado a encontrá-la…
 
* * *
 
Continua...
Queria saber a vossa opinião, como é obivo ^^ Preciso mesmo muito de saber o que acham, preciso dos vossos incentivos para continuar a escrever, porque ultimamente tenho andado mesmo muito atarefada! --' [ acho que já tinha dado para perceber --' ]
 
Prometo tentar mer e comentar o máximo de blogs possiveis, e para isso vou começar agora a pôr a leitura em dia com as vossas fics! x)
 
Loads of Kisses to All of You! ^^

 

sinto-me: Com sononinho +__+
música: Bloc Party - SXRT
publicado por Dreamer às 00:03
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28 comentários:
De Melody * a 22 de Agosto de 2008 às 01:10
+___+
Isto parece um livro em que os capitulos acabam e nós ansiamos por mais, a cada ultima palavra de cada capitulo faz nascer uma nova curiosidade!
Aww isto esta mesmo *.* Pareces uma autentica escritora, nao sei se é o Teu sonho, só sei que tens mesmo jeito!

Quero mais.
Nao imaginas como esta fic me tras memorias do passado =') mas memorias boas das quais nao soube aproveitar e tal como o Bill os remorsos vieram

Kissinhos
De Reanimation a 22 de Agosto de 2008 às 01:18
AKY CHAMA DREAMER AO MSN URGENTEMENTE XD

A RITZ TA A TER UM ATAQUE

pronto agora vou ler o cap (A) xD
De Twinas^^ a 22 de Agosto de 2008 às 01:35
Oh Ritinha, não imaginas como me ri (apesar de estar neste estado de ansiedade --') quando o Bill esteva à luta com o abajur, mas acho que o abajur ganhou xD
Quanto ao Tom está a ser um porco, estás a conseguir o teu objectivo.

Acho que a história em volta do Bill e da mítica rapariga da praia está muito bem construída :D
Parabéns ! (Estou-me a repetir xD)

E obrigado por vires perante o +/- falso alarme da Akyra xD
De mia a 22 de Agosto de 2008 às 01:45
li dois capitulos de um so vez oh yeah!

gosto do facto do Tom andar entretido com as francesas... o Tom ou a ideia que nós temos do Tom é que ele é assim certo? LOL

lembrei-me de uma música qe é capaz de ficar bem aqui... não sei se conheces o "map of your head" dos muse? por alguma razao lembrei-me dela agora :D a musica lembra-me o Havai é por isso :)

como eu estava a dizer... a única coisa que realmente me faz impressão é ver o Bill tão... agarrado à imagem de um pessoa (se calhar é por me rever nele, não sei). umh, mas que me faz imensa confusão lá isso faz...


anyway, continuo a adorar a tua fic e a maneira como escreves :D é tão precisa, tão... faz com eu (e acho que não falo só por mim aqui) sinta a mesma coisa que o Bill está a sentir... e olha que é preciso eu gostar muito de uma coisa para sentir o que a personagem sente.

espero por mais :D
De Reanimation a 22 de Agosto de 2008 às 01:56
Opah eu queria tanto que ele a reencontrasse!
Essa rapariga é tao magica!!
Eu sei o nomezinho dela ihihi ^^
Ela é tao misteriosa e da a sensação de aquele ar exótico! *.*

Aguardo por outro!

mesmo quando levas tanto tempo a postar chegas sempre com algo fantastico para vermos!

mas tu ja sabes que és uma escritora fantastica e estás no pódio das minhas favoritas!! :D


Alem de que es uma excelente pessoa ^^ muito simpatica e querida

e bem te ja ^^ vou voltar pa conversa xD

De elly-ana a 22 de Agosto de 2008 às 02:31
tou a gostar tanto...

ele tem que a encontrar se ele nao morre...

e isso nao pode acontecer...

este tom nao tem imenda...


posta mais sim...

beijinhos****
De x kaulitza a 22 de Agosto de 2008 às 03:49
_Hallo_

Bem rapariga eu juru para mim tu e's a melhor escritora que eu alguma vez vi (li) escreves muito bem....cada sentimento cada traço do perfil da pessoa e lindu...esta fantastica!
mai's sim??!!

küssinhuz lindah
De x Puky a 22 de Agosto de 2008 às 10:51
Dreamer tu tens de po-los juntos..


Gosh os teus capitulos sao enormes, and Puky like that ^^


Enormes, muitissimo bem escritos...

è pena nao teres tempo para postares mais =S
Mas eu vou estar sempre aqui para ler mais e mais *.*
Esta fic transmite-me sensaçoes tao boas...
Parece que entro na pele de cada personagem...

MAIS
MAIS

Beijinhos/**
De sófi a 22 de Agosto de 2008 às 11:38
ameii!!!!

posta mais sim!?

kussinhos***
De Sofia Oliveira a 22 de Agosto de 2008 às 11:56
estou a gostar.

quero mais,

beijinhos**

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Dreamer @ 02-04-2008

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