Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

Forever Sacred - Cap 8

Olá meus amores!

 

Bem, devem querer saber porque raio não postei mais cedo... E eu tenho a dizer que desta vez não foi falta de tempo o meu problema... --' Eu devo ser o anormalético ser humano nomais azarado à face do planeta... Na Sexta Feira à tarde perdi a minha pen. «E o que é que isso tem de mal?» podem perguntar vocês, e eu respondo: É dentro da pen que eu guardo todas as minhas fics, T-O-D-A-S, mesmo aquelas que ainda não estão postadas. Desde que o meu pc fixo avariou, passei as fics para a pen e ando a utilizar os ficheiros sem os passar para o pc portátil... simplesmente porque o portátil é dos meus pais --' Ou seja, perdi a minha pen e entrei em pânico xD Mas felizmente as minhas suspeitas confirmaram-se, e eu tinha-a deixado na faculdade... Encontrei-a hoje de manhã. Uffff!! Que alívio! x'D

 

Desculpem o facto de eu ser uma despassarada de primeira apanha x'D Mas bem, já têm aqui o novo capitulo, muito especial por sinal xD Espero que compense. E ainda, queria agradecer a todos os que comentaram, ADORO-VOS ^^

 

Os que leram e não comentaram... [ Sim, eu sei que anda por aí gente a ler de borla! xD ] Queridos, eu não vos mordo! xD Só quero mesmo saber o que acham. Mesmo que odeiem, eu quero saber, só assim posso melhorar! Por isso comentem, pode ser só uma simples frase, desde que seja sincera ^^

 

E agora, sem mais demoras,

ENJOY! ^^

 

* * *

 

Não sei quanto tempo passou desde que adormeci na praia, mas o sol que estava no seu ponto mais alto do céu quando fechei os olhos pela última vez, tinha agora descaído para oeste, o que me levou a crer terem já passado várias horas. Sentia o meu corpo demasiado quente, a minha pele queimava… Só esperava não ter apanhado um escaldão demasiado grave.
 
A custo, sentei-me na minha toalha e esforcei-me por abrir os olhos. Ao fazê-lo encontrei o meu irmão ainda adormecido na toalha a meu lado, deitado na areia de barriga para cima. Senti-me no dever de o acordar:
 
“Tom… Tom?” Chamei, mas ele nem se moveu. Decidi insistir, chocalhando o seu ombro, “Tom, acorda pá… Tens de sair do sol.”
 
Sem ele ter acordado devidamente, ouvi-o resmungar algo que eu não percebi, e rodar o seu corpo, de forma a deitar-se desta vez de barriga para baixo. Não consegui evitar soltar uma gargalhada, “És uma sardinha, é? Já assaste de um lado e agora vais assar do outro?”
 
“Deixa-me estar, Bill… Quero dormir.” Implorou ele, ainda sem abrir os olhos, regressando ao profundo estado de sono do qual não me pareceu ter chegado a sair.
 
“Deixa-te ficar, então.” Ri-me novamente, mas desta vez mais resignado. Eu não ia ficar ali a olhar para ele a dormir, muito menos a queimar-me mais do que já me tinha queimado, portanto decidi avisá-lo, “Eu vou dar um mergulho para arrefecer. Volto já, Tom, está bem?”
 
Ele resmungou mais alguma coisa que eu voltei a não compreender, mas também não preocupei. Tinha a certeza que quando voltasse à toalha o ia encontrar ainda adormecido.
 
Levantei-me o mais devagar que consegui, sentir a minha pele queimada a esticar era tão doloroso… Mas atravessar o areal escaldante era ainda mais doloroso, as semelhanças entre mim e um coxo, enquanto eu corria em direcção às águas, eram mínimas. Mal tive tempo de me endireitar quando, finalmente, os meus pés entraram na água… No entanto, e para minha infelicidade e vergonha, desequilibrei-me estupidamente, e caí de forma aparatosa na água.
 
À minha volta não se tardaram a ouvir gargalhadas. Agora tinha o rosto cada vez mais vermelho, e o escaldão não tinha nada a ver com isso. Estava tão envergonhado que não tardei a mergulhar fundo no meio da suave ondulação, e nadei o mais que consegui, afastando-me da costa.
 
Já tinha saudades de me sentir assim, o meu corpo quente a atravessar as águas. Há muito que não estava assim, em sintonia com o mar… O meu corpo a dissolver-se naquele liquido puro, como se eu e ele fossemos um só. Sempre me senti confortável neste elemento, por várias vezes até desejei poder respirar debaixo de água para nunca mais ter de voltar à superfície. Pensamentos parvos, eu sei, mas quando estou assim, bem distante do areal, quando à minha volta não há mais nada senão o grande azul, eu só queria unir-me ao mar… Sempre tive esta sensação, esta vontade, mas nunca a expressei para além dos meus pensamentos, porque acho que nem o meu irmão compreenderia.
 
Recomecei as minhas braçadas, desta vez sem me preocupar por quanto tempo o faria, limitei-me a nadar paralelamente à costa e a deixar-me levar pela corrente. Eu não era o único a fazê-lo, nem poderia ser, não era só o areal que estava apinhado de gente, também as águas estavam assim. Cruzei-me com muita gente dentro de água enquanto nadava sem sequer prestar atenção aos seus rostos… Só um habitava na minha mente, o doce rosto da Lilïa.
 
Quando chegou à altura de voltar para trás, depois de eu ter perdido a conta aos metros que tinha nadado, decidi repousar um instante, deixando o meu corpo mole boiar na superfície calma das águas.
 
Estava tão relaxado que demorei a aperceber-me de uma voz doce e cristalina que chamava o meu nome, não muito longe de mim, “Bill?... Bill Kaulitz?”
 
Aquela voz… Eu conhecia aquela voz…
 
“Lilïa?!” Chamei de volta timidamente enquanto nadava na direcção de uma rapariga de cabelos negros que se aproximava de mim… E lá estava ela, Lilïa Wai-ola.
 
“Sim, sou eu, Bill! Como estás?” Cumprimentou-me ela, rindo alegremente enquanto dava umas últimas braçadas para me alcançar. Observei-a enquanto ela nadava graciosamente na minha direcção, e nem me surpreendi pelo facto dela me parecer mais como uma sereia do que com uma humana.
 
Quis responder-lhe, Estou bem melhor agora que aqui estás, mas decidi não abusar da minha sorte, “Estou muito bem, a aproveitar o dia… E tu?”
 
“Estou igualmente bem…” Respondeu-me ela gentilmente, enquanto juntos nos fomos aproximando da costa, para uma zona menos profunda, onde pudéssemos colocar os pés no chão.
 
Estar ali ao lado dela roubava-me a respiração e qualquer tentativa que eu fizesse para parecer racional. O meu coração disparava dentro do meu peito, enquanto os meus joelhos estremeciam… Eu queria encontrar um assunto decente para conversar com ela mas nada me parecia suficientemente bom.
 
A Lilïa observava-me com curiosidade, e com um sorriso doce nos seus lábios carnudos. Meu deus, ela está em biquini! Que estúpido que eu sou, é claro que ela estava em biquini, de que outra maneira é que ela poderia estar? Obriguei-me a não olhar demasiado para o seu corpo delgado de curvas perfeitas, nem a perder tempo a admirar como a cor o seu biquini assentava tão bem com o tom da sua pele… Tinha de arranjar assunto e depressa.
 
“Este sitio é lindo, tens muita sorte por morar aqui.” Foi a primeira coisa que me veio à cabeça ao olhar em volta. Não estava a dizer mentira nenhuma, só queria que ela não me tomasse por idiota por fazer comentários tão banais.
 
“Sim, já me apercebi disso…” Surpreendi-me ao ver aquele sorriso que eu tinha começado a adorar a rasgar-se no seu rosto, enquanto ela se esforçava por pentear os seus cabelos negros. “Acho que não seria sequer a mesma pessoa se não tivesse nascido nesta praia.”
 
“Tu nasceste… nesta praia?” Gaguejei incrédulo. Já tinha admirado a forma como ela parecia pertencer àquele ambiente… Mas nada me faria adivinhar que ela tivesse de facto nascido naquela praia.
 
Pelos vistos ela nãos achou estranha a minha admiração, limitou-se a responder-me com naturalidade, “Sim… Naquela casa ali ao fundo, vês?” E então apontou com os seus dedos longos e finos na direcção de uma casa antiga, construída em madeira negra mesmo no fundo do areal. O rés-do-chão dessa casa parecia ter sido transformado numa esplanada.
 
“Uau… E ainda moras lá?” Não consegui conter a minha admiração e disparei a pergunta sem pensar. Só depois de ver a sua sobrancelha levantar-se em sinal de apreensão é que me apercebi que poderia estar a ser inoportuno. “Desculpa… Não queria parecer intrometido nem nada, desculpa a sério. Não precisas de responder.”
 
“Não sejas tonto…” Riu-se ela novamente, desta vez dando-me uma ligeira pancada no meu ombro. Não tardou a explicar com um sorriso, “Ainda moro lá, sim. Moro lá com os meus pais e os meus dois irmãos. O primeiro piso é um bar, o bar que os meus pais herdaram dos meus avós… Eu e os meus irmãos trabalhamos lá no nosso tempo livre, para os ajudar.”
 
Eu estava absolutamente petrificado, quanto mais conhecia a Lilïa, mais ela me fascinava… A única coisa que consegui balbuciar foi, “Fantástico…”
 
Devo ter feito uma cara tão aparvalhada que ela desatou a rir. As suas gargalhadas fizeram o meu estômago dançar de forma desconfortável, que raios se passava comigo?
 
Seguiu-se um momento de longo silêncio no qual eu fiquei sem saber o que fazer, tinha medo de me fazer passar por idiota outra vez.
 
Foi ela quem falou, perguntando-me timidamente, “E tu… só tens essa tal banda? Os Hotel não-sei-de-onde?”
 
A careta amorosa que ela fez a dizer Hotel não-sei-de-onde fez o meu coração derreter, pelo que demorei a corrigi-la, “Os Tokio Hotel...?” Ela acenou positivamente com a cabeça, ainda rindo, e eu pude ver as suas faces ruborizar… Ela estava com vergonha?
 
Tentei afastar todos os meus desejos de a tomar nos meus braços e apressei-me a explicar-lhe, sentindo-me automaticamente atrapalhado por viver uma vida tão fútil em comparação à vida simples dela, “Sim, só tenho a banda, não trabalho em mais nada, nem estudo… Tivemos sorte, somos reconhecidos o suficiente para vivermos disso…”
 
Previ que um silêncio perturbador se instalasse, por isso decidi brincar com ela, “Mas ao que parece há alguém que ainda não nos conhece…”
 
Resultou, ela lançou-me um sorriso maravilhoso e levantou as mãos ao alto como uma criminosa, “Sim, admito, sou culpada!” Depois baixou os braços e corou novamente, quando murmurou, “Mas adorava conhecer as vossas musicas…”
 
“Talvez tas mostre um dia destes…” Quando dei por mim estava a corar também, isto estava a tornar-se caricato.
 
“Parece-me muito bem.” Assentiu ela, esforçando-se por esconder o rosto atrás de uma cortina de cabelos negros que brilhava intensamente.
 
Desta vez o silêncio que se instalou não era incómodo, apenas me fazia estremecer de prazer só de pensar na ideia de lhe poder cantar as minhas músicas. Entrei num estado à vontade tão grande que, sem me aperceber, comecei a desfazer-me em lamechices.
 
“Este sítio é mesmo mágico… Parece estar tudo em sintonia… As plantas, as águas, os animais, a vossa tradição… Até em ti se vê essa ligação!” Okay, agora é que ela me ia rotular como o maior idiota da história do Havai. Tenho de aprender a estar calado.
 
Nada me poderia ter preparado para uma reacção tão entusiasmada da parte dela, “A sério, Bill? Achas mesmo isso?”
 
Corei intensamente quando confessei, “Sim, Lilïa…”
 
Por um longo momento, os seus olhos cor de jade fixaram os meus, brilhando mais intensamente que nunca… e eu quase a tomei nos meus braços. O seu olhar era tão intenso e tão irresistível que eu fui obrigado a quebrar o contacto e proibi-me a mim mesmo de revelar o que o meu coração descontrolado queria gritar.
 
Não sei quanto tempo ficámos ali os dois, brincando descontraidamente com a suave ondulação. O silêncio já não era desconfortável, muito pelo contrário, era cheio de sentido, e nem eu ou ela sentíamos necessidade de o preencher. Estávamos tão bem assim, trocando perciosos olhares, desfrutando cada mergulho, cada toque ligreiro e casual das nossas mãos… Quem me dera poder ficar assim para sempre.
 
Há muito tempo que não estava com uma rapariga tendo a certeza que ela não queria nada mais do que a minha companhia, e apercebi-me que tinha saudades disso.
 
Mas o que é bom não dura para sempre, e a despedida veio mais depressa do que eu teria gostado, “Lamento, Bill… Mas tenho de ir ajudar os meus pais.” Dizendo isto, começou a dirigir-se ao areal, e eu segui-a instintivamente, “Prometi que só vinha dar um breve mergulho, mas já aqui estou à que tempos contigo.”
 
O seu tom não era enfadonho, longe disso, quando olhei o seu rosto ela sorria abertamente.
 
“Eu também tenho de ir…” Sorri para ela, escondendo o quanto lamentava a despedida, “Deixei o meu irmão a dormir na toalha, ele já deve estar mais assado que um frango!”
 
Lilïa soltou uma forte gargalhada, provavelmente a mais forte daquele dia. Deixei-me deslumbrar pela sua beleza, como é que era possível ela ficar ainda mais bela quando se ria?
 
“Então não te demores mais, Bill…” Aconcelhou ela, ainda rindo. “O teu pobre irmão já deve estar demasiado bem passado!”
 
As nossas gargalhadas morreram no momento em que tomámos cada um o nosso caminho, indo em direcções opostas da mesma praia. Não me queria separar dela novamente… Não queria ficar outra vez na incerteza…
 
“Quando é que te vou poder ver outra vez?” Perguntei a medo, inseguro se deveria ter feito aquela pergunta ou não.
 
Depois de um curto silêncio, durante o qual Lilïa ponderou a sua resposta, vi o canto dos seus lábios curvar-se de alegria, “Bem… Se gostaste tanto da magia da ilha, e da nossa tradição, vem ter comigo ao bar dos meus pais amanhã há noite… Digamos que será a surpresa ideal para ti.”
 
O meu coração explodiu de alegria, “Uma surpresa?” Gaguejei incrédulo, seria aquilo um sonho?
 
“Sim, acho que será uma surpresa…” Confirmou Lilïa, reprimindo uma gargalhada. Deduzi que eu estava com cara de idiota absurdamente feliz a olhar para ela, que vergonha…
 
Antes de me voltar as suas costas ela ainda me recomendou, “Não te atrases, Bill! Tens de lá estar antes das nove da noite. Se quiseres leva o teu irmão…”
 
“Está bem…” Gaguejei ainda fora de mim, incapaz de acreditar que isto me estava esmo a acontecer. Ainda com um sorriso rasgado no rosto, despedi-me, “Até lá, então.”
 
“Adeus, Bill!” Foi a última coisa que ouvi a sua voz cristalina me dizer, e depois o seu corpo delgado e moreno misturou-se na multidão de pessoas que passeava à beira-mar.
 
* * *
 
Continua...
Plim! Espero que tenham gostado... Fico à espera de saber opiniões ^^
Hoje não vos chateio mais, até porque estou a morrer de fome e sono x'D
 
Loads of Kisses to All of You! ^^

 

sinto-me: Fome. Sono. Fome xD
música: The Kaiser Chiefs - Every Day I Love You Less And Less
publicado por Dreamer às 20:07
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25 comentários:
De spark a 22 de Setembro de 2008 às 21:22
Uhhhhh...
Surpresa?
oO
Cá para mim ela quer é festa!
xD

Eu quase que me ia dando uma coisinha má quando disseste que tinhas perdido a pen!
A sério!
Quando mandaste a sms a dizer que já a tinhas fiz tipo "Uffa!" e ficou tudo a olhar para mim --'

Efim --'

Já tava com saudades da fic ^^
O Bill é tão timido!!
Tão fofo ^^
[A Nair mata-me xD]

Agora faça favor de não perder mais a pen para poder postar mais, sim? xD
Beijinhooooos!! *
De spark a 22 de Setembro de 2008 às 21:23
Primeira?
OO

Nooo way!

Realy?! oO

Yeah dude!! \m/ >.< \m/

xDD
De PatríciaDaniela a 22 de Setembro de 2008 às 21:24
Surpresa *-*

Posso comer o frango Tom?
*-*

xDD

aii Bill, ai Bill
De Dirty Little Secret a 22 de Setembro de 2008 às 21:28

Hotel não sei das quantas

Ah, ah, ah ah. Amei, amei :D

Capítulo mesmo fofo :D
Eu quero ter olhos cor de jade ^^

De Dirty Little Secret a 22 de Setembro de 2008 às 22:02
Como fui comer e ver o top rock na mcm (An Deiner Seite +.+) não escrevi que pensei no inicio do post ?(o.o) o quê? a pen? e agora ? mas depois acalmei-me :D

Ah e vou começar a comentar fics antigas, porque eu lia mas não comentava, só comentei alguns e não foi sob o nome de Dirty Little Secret. mas ainad tenho alguns blogs antes do teu --'

Ah e hoje estive a cantar o mahna, mahna dos marretas, do vídeo que puseste no outro blog, no 1º post se não me engano. E deram-me a música (yey para mim) mas pronto, não te maço mais.

Beijinho e posta mais, quando poderes, sim ? :D
De x Puky a 22 de Setembro de 2008 às 21:51
Eu fico sempre tão contente depois de ler algo teu *-*
Escreves tão bem Dreamer, está tudo tão bem descrito, adicionas algo mágico e só teu a cada palavra.
Espero que continues a escrever muiiitas fic's para todas nos lermos, pois tenho a certeza que há muitas mais pessoas a gostar tanto como eu da fic *-*
E não estou a gozar *-*
Amo as tuas fic's
E eu também sou uma desastrada --.

xD

Espero que possas postar em breve *-*

Beijinho**
De sófi a 22 de Setembro de 2008 às 21:54
o Bill é tão querido quando está apaixonado,fica todo atrapalhado XD

posta mais sim!?

beijinho grande
De scorpion flower ♥ a 22 de Setembro de 2008 às 21:58
OMG esta fic é mesmo muito bonita!
muito sentida![dá pa imaginar as cenas k descreves *_________*]
muito boa msm!
ansiosa pr mais ^^
küssitos
De S.Mille a 22 de Setembro de 2008 às 22:43
sorry sorry

mas so vi agora a esta fic... sorry again...


que fic LINDA *-* linda linda linda *___*

^_^

que surpresa é???? oh quero saber...

^^,



kiss'inhoz :-*
De elly-ana a 22 de Setembro de 2008 às 23:24
que lindos cada vez gosto mais da fic...

a ligaçao deles é tao engraçada...

será que é agora que o tom se vai descozer e vai contar o que sabe sobre a lilia???

posta mais...

beijinhos****
De protagonistas a 22 de Setembro de 2008 às 23:25
ok ok .... guilty :S Eu não comentei no último capítulo sorry... , quer dizer eu comentar comentei, mas como o sapo se anda a passar não registou o meu comentario -.-''' Enfim... E como eu sou extremamente impaciente e o meu coment estava bem grandinho acabei por nao o voltar a escrever.

Agora quanto a este capítulo... Que mais te poderei dizer senão o do costumo... ADOREI. AMEI. VENEREI. Esta perfeito like always ^^... E cá fica a melodie na sua impaciente espera pelo novo capitulo *.*

Beijos MELODIE
De protagonistas a 22 de Setembro de 2008 às 23:27
PS. - Quando descreveste a bela da queda do Bill a unica coisa que consegui pensar foi... Será que ele é meu primo e eu não tinha dado conta ?!
De Bi@hH a 23 de Setembro de 2008 às 16:32
Embora seus capítulos sejam enormes. Eu sempre quero mais. E parece que ela não vai demorar muito pra tbm se encantar com o Bill.
Posta mais.....bjo

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Dreamer @ 02-04-2008

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