Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

"Forever Sacred" - Chap 13

Olá meus amores!

 

Antes de mais queria pedir desculpas por não ter postado ontem. O dia foi particularmente mau, e o de hoje não está a ser muito melhor... Não consigo escrever, nem consigo pensar como deve ser. É complicado descrever o que sinto, e sei que não é do vosso interesse, portanto não vos vou fazer perder o vosso tempo agora. Querem fic, e é isso que vão ter :D

 

O capitulo de hoje é um os poucos capitulos da fic que não vai ser narrado pelo Bill, mas sim, pelo Tom. Será para se saber, finalmente, o que se passa na cabeça do Tom ^^

 

Sem mais demoras,

ENJOY!

 

* * * 

Chapter Thirteen
[ TOM ]
 
 
Não… Eu não consigo acreditar no que eu estou a fazer…
 
Desde que o Bill se trancou na casa de banho para se arranjar para o seu encontro, que eu não movi o meu corpo inerte, dolorido e pesado daquele sofá. A televisão continuava desligada, mas isso não me importava minimamente. Por mim aquele aparelho inútil podia nem sequer ter sido inventado.
 
Eu não sei como é que eu continuava a conseguir fugir ao assunto, mas o facto é que não tenho outra escolha. Não posso admitir o que sinto, por mais que isso me consuma cá dentro. É para o bem do meu irmão, e para o bem dela…
 
Não consigo acreditar no que estou a fazer porque também não consigo racionalizar esta coisa que sinto. Sei que estava bem até aterrar na ilha de Honululu. Tenho a certeza que eu era o mesmo Tom de sempre até colocar os meus olhos naquela rapariga, ou melhor, naquela sereia, naquela visão do paraíso… Lilïa.
 
Antes, todas as mulheres eram belíssimas, todas elas me atraíam e todas me satisfaziam quando as levava para a cama. No entanto, agora… Oh, agora, uma mulher atraente e sedutora, é só mais uma de entre tantas! A Claudette, a Christinne, a Stacey ou a Caroline, nenhuma delas fez o meu coração bater descompassado como a Lilïa o fez.
 
Pela primeira vez na vida sentia-me vulnerável, preso. Era como se eu não a conseguisse arrancar a Lilïa da minha cabeça… ou do meu coração. Estava constantemente a perder-me enquanto revia na minha mente o brilho dos seus olhos cor de jade, o seu sorriso doce, as linhas esbeltas do seu corpo…
 
 Eu nunca, NUNCA!, me tinha sentido assim. Atracção, Paixão, Amor? Eu não sei dar nome a este sentimento estranho!… Só sei que nunca devia ter acontecido! Sinto-me… frágil.
 
Magoa-me o facto de saber que o Bill está apaixonado por ela. Senti dor quando os vi juntos na praia a conversar… quando vi aqueles olhos jade brilharem para ele. Eu queria estar no lugar do Bill… Aliás, eu vi-a primeiro! Ela devia ter sido minha logo na nossa primeira noite aqui. Mas subestimei o aquele sentimento que tomou conta de mim e deixei o Bill ter a sua oportunidade com ela…
 
… Deixei que o Bill avançasse, porque achava que ia sentir por outra rapariga qualquer aquilo que Lilïa havia provocado em mim! Mas a verdade é que isso não aconteceu, claro.
 
Com a Claudette senti uma mera decepção. Com a Christinne, elevada frustração. E com Stacey e a Caroline, foi o desespero total e completo… Estar na cama com duas raparigas e não sentir absolutamente nada é deveras desesperante. Mas estar a dormir no meio delas e sonhar com a Lilïa, era uma perfeita loucura! Só ajudou a confirmar que este sentimento era demasiado forte para eu o continuar a ignorar.
 
Não posso falar ao meu irmão sobre isto… nem pensar! Eu quebraria o coração ao Bill, porque, como ele me acabara de dizer, afastar-se-ia de Lilïa se eu o pedisse… E então sairíamos os dois magoados desta situação.
 
Que merda! O amor só serve para magoar as pessoas! Não sei como me deixei enfeitiçar.
 
Sentei-me melhor no sofá e liguei finalmente o televisor, mas continuei sem prestar atenção às imagens que ele me mostrava…
 
Eu já tinha feito a minha escolha. Ia deixar o Bill aproximar-se da Lilïa, namorar com ela, se a relação deles fosse nessa direcção. Eu não servia para isso… namorar. Sei satisfazer uma mulher na cama, e sei fazê-lo muito bem. Mas namorar com alguém não é só ter uma vida sexual… Tem de haver outro tipo de carinhos, cumplicidade, compreensão, afecto… Temos de ser sensíveis aos problemas um do outro, saber partilhar, saber tolerar… e eu sou péssimo a fazer tudo isso. Sou frio, egoísta e insensível. Jamais saberia como agradar a Lilïa, só a magoaria, como faço a todas que se cruzam no meu caminho.
 
… E a Lilïa não é só mais uma.
 
Tenho a certeza que o Bill saberá agradá-la melhor do que eu, ele não a fará sofrer. Eu conheço o meu irmão. Ele é sensível, um romântico incurável, um idiota chapado… sabe fazer uma rapariga feliz e merece ele próprio ser feliz.
 
Além disso, as nossas férias vão durar apenas duas semanas… Quando regressarmos à Alemanha, a Lilïa não vai passar de uma recordação, não é verdade? Acho que posso fazer o sacrifício de ignorar que ela existe durante duas semanas.
 
OH! Eu não consigo acreditar no que eu estou a fazer!…
 
Estou a entregar a Lilïa de mão beijada ao meu irmão! É a primeira vez que me apaixono, eu nem sequer sabia que era capaz de o fazer, e agora não luto para ser feliz?
 
“É o melhor para ela, e é o melhor para o Bill… Tu és um insensível, não sabes amar!…” Murmurei para mim mesmo, tentando convencer-me, mas agonizava por dentro. A Lilïa devia ser minha!…
 
A minha mente e o meu coração ardiam num conflito constante… A minha mente já tinha decidido que abdicar da Lilïa para o meu irmão era a única solução viável. No entanto, o meu coração, que tinha passado vinte anos em silêncio, parecia não ter qualquer intenção de perdê-la.
 
Eu já não sabia o que fazer, nem a qual das entidades dar ouvidos… daí as minhas constantes mudanças de humor. De cada vez que a angústia se tornava mais insuportável, servia-me da companhia de uma nova rapariga para me desviar do meu problema… Mas nunca obtinha o sucesso pretendido.
 
Fitei as imagens na televisão, e percebi que o programa em qual estava sintonizada era num jogo de futebol, mas nem me quis dar ao trabalho de reconhecer as equipas… Os meus pensamentos estavam bem longe.
 
Bastava eu ter escolhido outro local para eu e Bill passarmos férias que nada disto teria acontecido. Bastava ter escolhido outra das muitas ilhas do Havai… bastava ter escolhido outra das muitas praias da ilha de Honululu! Porquê? Porque é que eu próprio tinha escolhido Maili?… Era uma praia pouco frequentada por turistas, é certo, mas como ela existem outras tantas! Foi como se o destino me chamasse aqui, como se eu estivesse destinado a conhecê-la…
 
“Oh por amor de Deus, Tom” Refilei comigo mesmo de modo que só eu ouvisse, “Estás a ficar lamechas… Destino!?”
 
Dei por mim a rir-me da minha própria idiotice… No entanto o meu coração continuava a sangrar, Não é justo que eu tenha de desistir da minha primeira… única paixão.
 
“Tom! TOM!... Já estou pronto!!” Só dei conta que o meu irmão já havia saído do seu quarto quando o ouvir gritar entusiasmado. Pelo menos um de nós estava feliz. “O que achas? Pareço-te bem?”
 
Demorei a levantar-me do sofá para o encarar. Quando o fiz quase me engasguei. Ele não estava bem… ele estava óptimo!
 
Parecia-se mais com o Billie, o meu irmão, e menos com o «Bill Kaulitz» que aparece nas revistas ou nas capas dos álbuns. Ele quase não tinha maquilhagem, só um leve risco preto nos olhos. O seu cabelo estava sem volume, apanhado num rabo-de-cavalo por baixo de um dos meus bonés pretos. Vestia roupas bastante simples, uma camisola vermelha com algumas estampas negras e umas calças de ganga escuras, e quase não usava nenhuns acessórios, somente uma corrente à cintura, uma pulseira e um anel… Eu não via este Bill à anos!
 
“Uau! Ressuscitaste, Bill!” Exclamei indo na direcção dele. O meu irmão emanava felicidade, e isso ajudava-me a acreditar que estava a fazer o que era correcto… abdicar da Lilïa.
 
O meu irmão deu uns saltos no ar, satisfeito consigo mesmo, “Tinha saudades de não me ter de preocupar tanto com o meu aspecto…”
 
“Óptimo!...” Foi a única palavra que me saiu da boca. Tentei forçar um sorriso, mas não fui muito bem sucedido.
 
Os olhos dele descaíram para o seu relógio, “Oh não! São oito e meia… Tenho de ir, mano!” E disparou a correr na direcção da porta do nosso apartamento, gritando por cima do seu ombro numa gargalhada histérica, “Deseja-me sorte!”
 
Ele já tinha fechado a porta atrás de si, quando eu murmurei amargamente, “Boa sorte, Bill…”

 

* * *

Continua...

Espero postar o proximo capitulo amanhã, mas como o escrevi ontem não está nada de especial. Aliás, não está nada como eu gostava que estivesse --' Enfim, COMENTEM :)

 

Loads of Kisses to You!

ps. mia e Sara! Pois é, No Twincest... Ainda tentei mudar o rumo às coisas e experimentar essa opção, mas estava a ficar uma bela poraria --' Como foi a primeira vez que tentei escrever sobre Twincest, ficou mesmo horrivel. Mas ficou a vontade de criar uma história com esse tema brevemente! ^^ Esta fic vai seguir seguir o que eu tinha pensado para ela no início, peço desculpa se vos desiludo --'

 

 

sinto-me: Lost.
música: TV on the background.
publicado por Dreamer às 18:40
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22 comentários:
De Prongs a 28 de Janeiro de 2009 às 19:31
Uau O.O
Que capítulo *-*
Quem diria que o Tom tem sentimentos xD
Quero saber o que ele vai fazer a seguir ^-^

Beijinhos ^^

P.S. Continuo a dizer Laila. -.- Desisto xD
De Ana Kaulitz a 28 de Janeiro de 2009 às 19:55
bem me parecia que o Tom tinha mentido ao Bill, no capitulo anterior...
coitado parece estar a sofrer tanto e tu dás sentido às palavras ao descrever o que ele sente

posta mais

kiss
De Melancia a 28 de Janeiro de 2009 às 20:00
AMEI!...eu sabia q o Tom sentia algo por ela, bom mas isso tb n inetressa!interessa é elogiar te...isso sim ja é mais importante lol!adoreiii a forma como tu descreveste o sentimento do Tom para com Lilia!...ta escrito de uma forma mto inocente e de certa forma sincera, isto é, conseguiste transmitir n so o sentimento, mas tb a dificuladade que o Tom sentia em se abrir consigo proprio!a seriu q tu sabes escrever!lol...bjs e continua:D

küss
De Melancia a 28 de Janeiro de 2009 às 20:05
"Não consigo escrever, nem consigo pensar como deve ser. É complicado descrever o que sinto, e sei que não é do vosso interesse, portanto não vos vou fazer perder o vosso tempo agora."...oh cala te!...tu consegues sempre escrever o q sentes...pelo menos é o q parce qd leio!...ah e é sempre interessante saber a tua opiniao, embora n concorde com a mesma!lol

küss
De Lila a 28 de Janeiro de 2009 às 20:36
Está absolutamente lindo

tu conseguiste por aqui tanto sentimento!!

nem tenho palavras pa dizer tudo o que senti quando o estava a ler "."

o tomi bear ^^ tao fofinho

beijinho
De MiladY a 28 de Janeiro de 2009 às 20:53
olaaaa!!!

oohh, tadinho do Tom! eu tinha razao, ele anda msm confuso!! ;P o amor é tramado!

o q ira fazer o Bill qdo souber o q o Tom sente realmente pela Lilia?? :P tou curiosa ;)

fico a xpera do proximo capitulo!! :D

bjokas ******* :)
De Peter Inviction a 28 de Janeiro de 2009 às 21:06
Só podia! O Tom tinha de também de gostar da Lïlia!

E agora quero saber o resto da história, porque ao contrario do que tu disseste, o capítulo está fantastico!!

^^

MAIS

Kisses*
De Pipaa a 28 de Janeiro de 2009 às 21:10
Ai, tenho pena do Tom... tenho mesmo.
Mas acho que ele está a ser um verdadeiro irmão =)


Sim, os capitulos da Dreamer sao sempre «nada de especial».. mas depois quando ela posta sao sempre fantasticos. Nao sei como é.


Beijinhooo
De x Puky a 28 de Janeiro de 2009 às 21:21
Muito nada de especial xD
Gosto mesmo dos teus "nada de especial", são bastante interessantes e deixam-me curiosa!

Provavelmente a Liila no fim da fic até nem fica com nenhum...

Beijo**
De Eloise a 28 de Janeiro de 2009 às 21:45
Perfeito como sempre. A sério.
Que dilema esse dos gémeos. A Lilïa foi uma benção para eles os dois, mas trouxe-lhes problemas. Quero mais, ver o desenvolvimento disso *-* ahahah
beijinhos :)

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