Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

Was it a Dream? - Cap 7

Olá olá! Desculpem não ter postado ontem, mas cheguei tardíssimo a casa e ainda tive de trabalhar... Architecture sucks :x Mas aqui vai, o sétimo capitulo!Eu gosto particularmente deste capitulo, é assim... erm... especial! xD

 

* * *

 

Consegui sentir o olhar penetrante do Tom fixo em mim, mas fingi que não vi e comecei a lavar o primeiro tacho cheio de molho ressequido.

 

Pensaram que ele ia ficar quieto à espera que eu lavasse o tacho? É claro que não… Enquanto eu esfregava o tacho cada vez com mais força, sem obter resultados nenhuns, ele começou a brincar com a água.

 

“Tom…” Murmurei sem levantar os olhos do que estava a fazer, mas o Tom estava a divertir-se portanto não ia parar. Ele parecia mesmo um miúdo a chapinhar a mão dele no lava-loiça cheio de água e espuma.

 

Olhei para ele de raspão, e vi o olhar provocador que ele me estava a lançar. “Estás a divertir-te, espero eu…” Disse-lhe entre dentes, mas ele não respondeu, em vez disso começou a atirar a água para cima de mim.

 

“Tom! Que raios estás a fazer!?” Refilei largando o tacho dentro do lava-loiça e colocando as mãos cheias de espuma nas minhas ancas.

 

“Estou a divertir-me, minha querida!” E antes que eu pudesse impedi-lo, ele apontou a torneira para mim e abriu-a. O jacto de água atingiu-me em cheio na cara, ao mesmo tempo ele desatou a rir.

 

Ele não devia estar à espera que eu reagisse, por isso não foi a tempo de me parar antes de eu lhe agarrar o braço e virar o jacto para a cara dele. Agora era eu a rir-me.

 

Não éramos só nós que estavam a ficar molhados, os móveis à nossa volta e o chão estavam a ficar completamente encharcados. Mas continuámos a nossa guerra pelo controlo da torneira, rindo e gritando, até que o Tom escorregou na água e se apoiou em mim. Eu fui apanhada de surpresa e escorreguei também.

 

Desta vez fui eu quem caiu em cima dele. “Estás bem, Tom?” Perguntei atrapalhada tentando levantar-me, mas escorreguei novamente, e desta vez bati com a minha cabeça na dele, “AUTCH!” Gritámos em uníssono e ficámos caídos um ao lado do outro a rir encharcados dos pés à cabeça.

 

Ele estava novamente a olhar para mim com aquele olhar estranho, especial e muito sincero. E eu não consegui resistir e retribui o olhar. Não sei quanto tempo passou até ele falou muito baixo, enquanto desviava uma madeixa do meu cabelo que tinha deslizado para a minha cara:

 

“Onde é que nós íamos à bocado…?” Então avançou para cima de mim, baixando a sua cabeça na direcção da minha.

 

Eu fiquei sem ar, ele estava prestes a beijar-me! Foi aí que ouvimos alguém a bater na porta da cozinha e ficámos suspensos. Quando olhámos, vimos o Bill com olhar de sono e a bater o pé, enquanto segurava uma folha de papel na mão.

 

O Tom e eu levantámo-nos rindo da cara do Bill que entretanto tinha ficado pasmado a olhar para o estado da cozinha: já haviam tachos sujos no chão, havia molho especial por toda a parte, e claro, parecia que tinha chovido lá dentro.

 

Ainda a rir, eu e o Tom lemos o papel: “Pombinhos, eu vou-me deitar. Resolvam os vossos assuntos e sejam sinceros um com o outro, por favor!… Depois podem comer-se e fazer filhos à vontade. Só não podem é acordar-me. Até amanhã e divirtam-se.”

 

“Bill!” Repreendi com um guincho. Fazer filhotes? Não estará ele a exagerar um pouco? Mas o Tom pareceu adorar a ideia e abraçou-me por trás.

 

“Ah, o meu irmão é que me compreende!” Riu ele com uma gargalhada que me fez derreter.

 

Mas o Bill ainda estava chocado a olhar para a cozinha, por isso pegou na caneta que tinha dentro do bolso das calças e acrescentou, “Não sei porque foram travar uma batalha campal na cozinha, mas deixem estar isso… Amanhã ligamos à Dona Helga para ela vir cá tartar do assunto.”

 

“Oh, vais chamar a Dona Helga para vir limpar a porcaria que nós fizemos? Ela não é nossa mãe...” A Dona Helga era a empregada deles que só costumava ir lá às sextas-feiras. A mim parecia-me mal estar a pedir-lhe para limpar aquela confusão.

 

“Não há problema, Sway, ela ajuda-nos sempre nestas situações.” Respondeu-me o Tom ainda a abraçar-me, “Tu não querias saber o estado em que fica a sala quando eu e o Bill nos decidimos a discutir a meio do jantar.”

 

Bem, pude perfeitamente imaginar os manos Kaulitz aos gritos um com o outro e comida a voar em todas as direcções. Já tinha presenciado uma cena dessas à um tempo atrás. Acabámos os três a rir que nem uns perdidos sujos de comida da cabeça aos pés. Sim, eu que não tinha nada a ver com o assunto, acabei por levar com comida também.

 

“Pronto, pronto. Os meninos é que sabem.” Ri-me enquanto saíamos da cozinha em direcção das escadas, “Só acho é que a Dona Helga nos vai dar um raspanete... e dos grandes!”

 

* * *

 

E já está, foi o sétimo capitulo! Amanhã há mais! Pensam que esta noite da Sway com os manos Kaulitz está a chegar ao fim? Tirem daí a ideia que ainda está muita coisa para vir! :D

 

sinto-me: Quero férias! :x
música: Was it a Dream? - 30 Seconds to Mars
publicado por Dreamer às 10:58
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Dreamer @ 02-04-2008
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