Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009

"Forever Sacred" - Chap 18

Olá meus amores x)

 

Eu acho que nunca postei a estas horas xD Mas hoje teve de ser. Ontem estive quase uma hora a tentar postar este capitulo, mas o sapo estava-se a armar em parvo e não deixou. Eu bem que lhe bati, mas ele não me ligou nenhuma à mesma. Como logo à noite não vou estar em casa, não vou poder postar... Decidi deixar aqui o capitulo agora :D

 

Não podia ficar mais feliz por ver que os comentários estão a regressar :D Muito obrigada pelas vossas opiniões, cada uma faz toda a diferença, todas são importantíssimas ^^ Queria aproveitar para dedicar este capitulo a algumas leitoras bastante fiéis que não mencionei no outro post...  Algumas são novas leitoras, mas outras acompanhavam os meus blogs antes de eu ter desaparecido, e continuam a acompanhar agora!  Muito obrigada, são muito importantes para mim ^^
 
• Sara
Liliana
x Puky 
Pipaa
Bitter - Sweeter
Sofia Oliveira
loucaportom
Kellγ Ŧ
Andressa
Melancia
 
Antes do capitulo queria dizer que a Fic vai entrar agora numa nova fase… Será mais dramática e menos «cor-de-rosa», mas acho que vão compreender isso no final do capitulo xD Mas sem mais demoras!
 
A Fic,
ENJOY! x’D
 
* * *
Chapter Eighteen
 
 
Quando atravessei a porta de vido do hotel ainda não conseguia acreditar no que tinha acontecido… Eu e Lilïa havíamo-nos beijado! Ainda conseguia sentir o seu sabor nos meus lábios… Ainda conseguia sentir o seu calor nos meus braços! Oh, Lilïa…!
 
Eu ia saltitando num passo apressado enquanto atravessava o hall do hotel até aos elevadores, sem conseguir controlar a minha explosão de felicidade ou o sorriso gigantesco que tinha nos lábios. Apetecia-me cantar, apetecia-me dançar, saltar, gritar aos quatro ventos o sentimento que pulsava forte no meu peito! Mas como estava a ser observado pelos funcionários do hotel tive de me controlar ao máximo.
 
Assim que a porta do elevador abriu no meu andar, e eu me vi sozinho no corredor, fiz tudo aquilo que tinha contido em mim. Larguei-me a correr, saltando e dançando ao mesmo tempo como se estivesse num palco em plena actuação. Quando me apercebi, estava a cantarolar o instrumental da música «Ich Brech Aus» e não me impedi de continuar, cantando-a em plenos pulmões enquanto entrava no apartamento que estava a dividir com o meu irmão.
 
“Ich geb Dir an mir Schuld,
Had das alles nie gewollt!
Du lässt mir leider keine Wahl,
Das ist jetzt das letzte Mal! Das letzte Mal!”
 
Não pensei sequer na possibilidade de encontrar o Tom acompanhado, isso não fazia parte das minhas preocupações. Aliás, a minha lista de preocupações estava em branco neste momento, eu não sentia preocupação alguma, apenas alegria e vontade extrema de a exprimir.
 
“Ich fühl mich,
claustrophobisch eng!
Mach platz,
bevor ich mir 'n Ausweg spreng!
Du hälst, mich nicht auf!
Ich brech aus!!”
 
Fui dançando animadamente enquanto procurava o meu irmão pelo apartamento, queria contar-lhe tudo o que me tinha acontecido… queria contar-lhe tudo sobre Lilïa. Felizmente não tive de procurar muito, encontrei o Tom deitado no sofá com uma das suas guitarras nos braços. Parecia estar a tocar uma das nossas músicas, mas estava a tocar com ritmo tão lento que eu nem a consegui reconhecer… e não estava acompanhado.
 
Admirei-me por não encontrar o Tom com uma companhia feminina, já não era normal para ele passar as noites sozinho. Não achei que isso fosse um mau sinal, talvez, finalmente, o meu irmão esteja a ir no caminho certo.
 
“Hey Tommy!” Cumprimentei alegremente, saltando para cima de um outro sofá e fazendo dele o meu trampolim. “Hoje estás sozinho?”
 
“Não, meu anormal,” Respondeu-me o Tom num resmungar brusco e mal-humorado, enquanto acariciava a silhueta da guitarra, “Não vez que estou com a minha menina?”
 
Okay, eu conhecia aquele tom de voz arrastado. Parei de pular no sofá no mesmo momento, e analisei os seus olhos castanhos raiados de sangue, “Tom… Tu estás bêbado?”
 
“Sim estou, porquê?” Respondeu-me ele naturalmente, sem olhar para mim, dedilhando dois ou três acordes atrapalhados.
 
“Oh, mano… Para que é que fizeste isso?” Perguntei-lhe tristemente. Detestava quando ele bebia, mas ainda mais quando bebia assim, sozinho e sem razão aparente… isso queria dizer que algo de muito errado se passava.
 
“Como a maioria… Bebi para esquecer.” Resmungou ele, como se estivesse a falar sozinho.
 
“Esquecer o quê?” Insisti para que ele desabafasse comigo, mas a resposta que obtive foi um seguimento de grunhidos incompreensíveis. 
 
“Esquecer o quê, Tom? Não te percebi…” Repeti ansioso.
 
“NADA!” A reacção dele foi muito brusca. O Tom levantou-se do seu sofá e saiu a gritar da sala e enfiou-se no seu quarto, “EU NÃO DISSE NADA!”
 
Eu tive de o seguir, e decidi mudar a minha abordagem. Era melhor ir com calma, “Bolas, está aqui uma pessoa toda feliz, e tu só sabes responder mal!” Disse-lhe rindo.
 
Ele respondeu-me friamente, de repente parecia sóbrio, “Nem todos podem ser tão felizes como tu, Bill.”
 
“Credo mano, que horror… Não fales assim.” Ele tinha-me dado arrepios ao dizer aquilo. Foi como que um mau pressagio se abatesse sobre mim. Foquei-me naquilo que me fazia feliz para afastar aquele mau estar. “Queres ou não ouvir como correu o meu encontro com a Lilïa?”
 
“Tanto faz…” Respondeu-me o meu irmão, encolhendo os ombros enquanto se despia para se deitar.
 
Apesar de saber que ele podia não estar a ouvir-me com a sua total atenção, eu contei-lhe tudo, sem poupar nenhum pormenor. Falei-lhe da surpresa que Lilïa havia reservado para mim, descrevi-lhe as danças, as músicas, os kahikos…  Falei-lhe de cada membro da família Wai-ola: O simpático Noa, a atenciosa Maïle, o acelerado Makoa e Kimo, aquele que eu ainda não tinha conhecido.
 
Depois contei-lhe de cada tópico que eu e Lïlia falámos, contei-lhe dos bizarros automóveis da sua família, da viagem de regresso ao Hotel… E como é óbvio não podia descorar o nosso maravilhoso beijo. Desabafei com o Tom tudo o que senti ao beijar os lábios aveludados de Lilïa e tudo o que estava a sentir agora… esta onda de sentimentos na qual eu me afogava voluntariamente.
 
Quando terminei o meu irmão já estava deitado na sua cama, quase incapaz de manter os seus olhos abertos. A única resposta que obtive dele foi um apático, “Uau… Boa, Bill. Fico feliz por ti, mano...”
 
Agora que olhava bem para Tom, achei que eu estivesse a comportar-me um pouco como Makoa… Tinha falado até a garganta me doer e tinha levado o meu irmão à exaustão… Ou assim eu justificava a falta de entusiasmo por parte dele.
 
Levantei-me com um sorriso nos lábios, achando estar a deixar o meu irmão adormecido no seus lençóis. No entanto quando lhe virei costas ouvi-o murmurar, “A propósito Bill, o Gustav ligou.”
 
“Ai sim?!” Exaltei de felicidade, não tínhamos noticias dele nem do Georg desde que tínhamos aterrado no aeroporto de Honululu, “Quando é que ele ligou?”
 
“Mesmo depois de saíres.” Suspirou o meu irmão, deitando-se de barriga para baixo e enterrando a sua cabeça na almofada.
 
“O que é que o Gustav disse?” Insisti. Por um lado queria mesmo muito ter notícias dele, por outro estava a tentar fazer com que o meu irmão ficasse sóbrio de uma vez por todas. “Estão a correr bem as férias dele na neve?”
 
A voz do Tom chegou a mim abafada pela almofada. “Não sei… não me lembro do que é que ele disse.”
 
“Tom!” Impliquei quase histericamente. Ele não se podia ter esquecido assim do conteúdo de um telefonema.
 
“Acho que tinha alguma coisa a ver com ameaças de morte…” Respondeu-me o Tom da mesma maneira, e eu senti o meu coração a parar.
 
“O quê!?” Gaguejei exasperadamente, como se tivesse levado um murro no estômago. Parecia que o ar me havia sido sugado dos pulmões, eu não conseguia respirar. “Ameaças de morte!?”
 
“Sim, e ele pediu para ligares quando chegasses.” O meu irmão estava tão calmo que eu não conseguia acreditar que ele estivesse a falar a sério… Mas pensado melhor, ele estava tão bêbado que uma ameaça de morte lhe podia parecer menos assustadora que um  mosquito.
 
“Oh meu deus! Vou já ligar para ele…” Consegui gaguejar antes de correr para agarrar o telemóvel do Tom, que estava na sua mesa-de-cabeceira, e começar a marcar o número do telemóvel do Gustav. Eu estava num estado de nervos angustiante, os meus dedos tremiam tanto que me enganei quatro vezes antes de marcar o número correcto.
 
“Eu vou dormir, Bill… Vai falar ao telemóvel para o teu quarto!” Ordenou-me o Tom enquanto me atirava com uma das suas almofadas. O estado de calma dele só me enervava mais.
 
“Tu não estás preocupado!?” Gritei-lhe zangado, com vontade de lhe bater até que ele ficasse sóbrio.
 
“Estou a ficar com uma valente ressaca, isso sim.” Resmungou-me ele novamente, atirando uma segunda almofada na minha direcção, “SÁI! JÁ DISSE!”
 
Eu preferi não argumentar mais, quando está bêbado o Tom é mesmo um caso perdido. Saí então do quarto dele, batendo com a porta violentamente atrás de mim e fui fechar-me no meu próprio quarto.
 
Premi a tecla verde depois de me sentar na minha cama. Não conseguia estar em pé, os nervos eram demasiados e estavam a dar-me tonturas… Senti um aperto forte na garganta enquanto ouvi o telemóvel começar chamar… Aqueles segundos antes do Gustav atender estavam a parecer-me horas! Os pensamentos voavam velozes na minha mente.
 
Quem seria o alvo das ameaças de morte? Seria um de nós, da banda? Ou seria um amigo nosso… um familiar?
 
O que mais me assustava ainda era a possibilidade de eu ter sido visto com Lilïa durante esta noite… Se eu tivesse sido reconhecido em alguma altura, certamente que os paparazzi não tardariam a aparecer! E uma fotografia minha e da Lilïa a beijarmo-nos era, definitivamente, um excelente argumento para uma ameaça de morte por parte de alguma fã fanática e desesperada…
 
* * *
Continua…
Dramatismo… perceberam agora porquê? xD
Preciso mesmo muito de opiniões sinceras, portanto estejam à vontade, Comentem ^^
 
Loads of Kisses to All of You!
ps.1 [ Eu já não passo sem pê-ésses xD ] Tentei mudar a música para algo a condizer com esta nova fase, mas ando desde ontem à procura e não encontro nenhuma que encaixe como eu quero --' Durante a minha busca encontrei esta que estão a ouvir, eu gosto bastante dela, mas acho que não encaixa bem aqui… Vou tentar procurar outra --' Alguém tem ideias?
ps.2  Pus mais fotos dos quatro meninos ali ao lado, gostam? x) Brevemente acho que ainda vou acrescentar mais quatro xD
 
sinto-me: Acabada de acordar... +.+
música: O meu vizinho a cortar relva --'
publicado por Dreamer às 11:13
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21 comentários:
De Eloise a 12 de Fevereiro de 2009 às 11:48
Fantástico, bem descrito, lindo. Já me estou a repetir mas é a verdade! Já percebi o que querias dizer com dramatismo, estou ansiosa para saber o que vai acontecer a seguir! Posta depressa!
Eu não tenho ideias para a música, sou fraca de ideias xD
beijinhos.
De MiladY a 12 de Fevereiro de 2009 às 13:59
olaaaa!!

humm, ameaças d morte, isso é mau..lol! será q o feeling do Bill está certo? Será que algum paparazzi os viu? ou será relacionado com o Tom? Alguma daquelas fãs com quem ele andou no hotel? tou curiosa p saber :P lol!

fico a xpera do proximo capitulo ;) n m deixes a xperar mt :P LOOOL ;)

bjokitas :) ***********

ps: ja tinha reparado nas 4 fotos q tinhas posto d lado, e tao mt giras :D ******
De Andressa a 12 de Fevereiro de 2009 às 15:22
Estou adorando de verdade está Fic.
Dificilmente acho uma Fic que descreva tão bem os sentimentos do Billzito !!
Eu estou muito preocupada com o Tom, me atormenta ver ele desta maneira!! ¬¬
Ameaças de morte !! OMG³ isso é terrivel !! :O
Estou gostando da parte dramatica !! Talvez seja pquê eu adoro colocar um suicidio ali, um atropelamento acolá, nas minhas Fic's ^^

Chega já falei demais !!
Brasil manda milhões de beijinhos ^^

Ah, eu amei as fotos, estão lindoonas, e no momento não tenho idéias pra música !! Gome ¬¬
De Su a 12 de Fevereiro de 2009 às 16:38
Ehláá tanta fotografia :O

Desculpa não ter comentado o outro, mas agora li os dois juntos.

Oh. Meu. Deus. O BILL BEIJOU A LILIA!

O Tom também é estupido, fogo, até acabou com a minha própria felicidade --'

Beijinhos

P.S. Escreves mesmo bem, quem me dera +.+
De PatríciaDaniela a 12 de Fevereiro de 2009 às 18:12
Era de esperar que o Tom estivesse assim.. Mas enfim... O Bill não sabe..

Ameaças de morte?


Quem? Como? :O

beijinhoO*

Quero mais ^^
De Lila a 12 de Fevereiro de 2009 às 18:15
1º desculpa nao ter comentado o outro capitulo mas o sapo tava cócó! :@

o bill feliz *.* ai ai... é só amor

o tom bebado --' é só tristeza

ameças de morte ? O.o

OMG! fiquei curiosa!!
please posta rapida antes que me dê uma coisinha má!!!

De Anónimo a 12 de Fevereiro de 2009 às 19:48
Ola!!!:D
quem é que não gosta das fotos daqueles meninos???? oh eu gosto, e muito até...
O Bill parece um burro alegre por causa do beijo e o Tom que aguente...xD Meu Deus quem é que esta a ser ameaçado??? não vai haver mortes pois não???

Amor vendemos quase todos os corações, imagina lá que até andei a negociar com o meu prof. de matemática (e ele comprou um). O teu ja tá prontinho e tá tão fofinho, como tu...*.* so falta manda-lo :D

Vá amor, beijinhos muito grandes!
Gosto muito de ti linda.
Cuida bem de ti!x)
De Liliana a 12 de Fevereiro de 2009 às 19:51
OH...tens a certeza que bateste bem no sapo, é porque o estupido pôs o meu comentário como anónimo, e o meu é aquele em cima...
Sapo burro, estupido, anormal...se o apanho ainda faço espetadas de sapo! --'
De Sássára a 12 de Fevereiro de 2009 às 20:03
A música é bastante gira +.+
Oi? O mistério começou :o
E o Tom está cada vez mais afectado pelo que se passa.

Beijinho @
De Sofia Oliveira a 12 de Fevereiro de 2009 às 20:48
está tão lindo..
dá-me uma grande felicidade a ler estas fic's tuas.

beijinhos, grandes..

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Dreamer @ 02-04-2008
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