Sábado, 26 de Abril de 2008

An Deiner Seite - Cap 15

Oláa! :P

 

Só para terem ideia do tamanho de seca que é aquele trabalho de Teoria de Aquitectura que vos falei, aqui vai um paragrafozinho... não ressonem muito alto. x)

 

"A definição de monumento tem vindo a ser alvo de vários reajustamentos ao longo do tempo. Mas nem por isso, o monumento, ou memorial, deixa de se constituir, ao mesmo tempo, prova e objecto. É um documento, mas simultaneamente, objecto sujeito a diferentes aproximações e de diferentes leituras. Um monumento é um facto histórico, um testemunho e uma mensagem, com a intenção de perdurar na memória das imagens e dos sentidos." Sim, eu escevi esta seca... bah!!

 

Passando ao assunto da fic... Fiquei muito feliz com os comentários no post anterior, e com a quantidade também! xD E como fui alvo de chantagem da menina *Inês Yang, vou ter de postar mais um capitulo agora, senão ela não posta o primeiro capitulo da nova fic dela... x)

 

Portanto aqui vai!

Enjoy!! :D

 

* * *

 

Trancaram-me sozinha numa sala sem janelas. Era uma das muitas arrecadações da escola. Só lá estávamos eu e a minha guitarra.

 

Eu não conseguia parar de chorar. Já estava mais lúcida e apercebi-me da asneira que tinha tentado fazer. Quase que deitei tudo a perder…

 

Tinha a guitarra no meu colo, mas nem atrevia em tocar um acorde que fosse. Limitava-me a passar os dedos na inscrição que dizia o nome da única pessoa que eu queria ver naquele momento. “Tom…”

 

Ouvi barulho lá fora e alguém a abrir a porta, era a funcionária com mais caparro da escola, ora pois... “Vá menina, o seu pai já chegou…” Disse-me ela muito bruscamente, “Agora venha comigo ao concelho executivo. Não quero mais nenhum disparate!” 

 

Eu não disse nada, limitei-me a levantar-me e a segui-la. Ela agarrou-me o braço com imensa força, mas não era preciso. Eu não ia a lado nenhum. Tinha perdido as forças para fazer o que quer que fosse, só não me queria separar da minha guitarra que levava na mão.

 

Cheguei à sala concelho executivo mais depressa do pensava. Lá dentro estavam a directora da escola, o homem que me tinha salvo, a minha professora de alemão… e o meu pai. Pela cara dele percebi que já lhe tinham contado tudo.

 

Aproximei-me devagar e a medo, não fazia ideia do que me iam dizer. O meu pai olhava para mim como se nunca me tivesse visto antes e tinha o rosto vermelho de raiva.

 

Assim que cheguei ao alcance do braço dele, ele abriu a mão e projectou-a contra a minha cara. A minha cabeça voou para o lado e a dor foi tão grande que eu nem sequer me mexi. O mais chocante é que eu não me lembrava de alguma vez o meu pai me ter batido.

 

“És capaz de explicar porque fizeste uma coisa destas, Emily?” A voz dele estava tão cheia de ódio que eu não consegui conter as lágrimas… Mas o que é que eu fui fazer?

 

“Não dizes nada?” Gritou ele levantando ainda mais a voz.

 

“Desculpe pai.” Foi a única coisa que eu consegui dizer, a minha cara ainda doía tanto. Apertei com força o braço da minha guitarra, como se desse a mão a alguém.

 

“Pedes desculpa? Tens a lata de pedir desculpa, Emily?” A voz dele fez-me tremer. “Tu devias ter vergonha do que fizeste!”

 

Baixei a cabeça e não me consegui impedir de chorar. Eu sabia que o meu pai me queria dizer muito mais, mas que não o faria ali em frente à directora, ao professor de educação física e à professora de alemão.

 

“Vamos para casa.” Anunciou ele abrindo a porta do gabinete violentamente, e empurrando-me para o corredor.

 

“Senhor Wolff,” Chamou a directora, uma mulher que me odiava desde que tinha pousado os olhos em cima de mim. “Pedimos que considere a nossa proposta de internar a Emily numa instituição psiquiátrica. O que se passou hoje foi muito grave.”

 

O mundo caiu aos meus pés pela segunda vez em apenas dois dias. Internar-me num hospital de malucos, queria ela dizer? Ainda bem que o meu pai nunca dá ouvidos a loucuras de estranhos…

 

“Não se preocupe senhora directora, amanhã eu mesmo me encarregarei disso.”

 

O quê?! Ele não podia estar a falar a sério! “Pai -?” Eu estava chocada, ele não podia eternar-me!

 

Ele já me arrastava pelos corredores para o exterior da escola, mas nunca me respondeu. “Pai, tu não me vais fazer isso, pois não?”

 

Ele nem sequer olhou para mim, continuou a arrastar-me pelo braço. “PAI!”

 

“CALA-TE EMILY!” Berrou ele apontando o dedo à minha cara, “Eu vou fazer o que é melhor para ti. E neste momento, precisas de assistência médica! Amanhã vou-te levar a uma clínica de um médico amigo meu, e ponto final.”

 

Não, não podia ser verdade… Era uma brincadeira. E eu não estava a conseguir parar de chorar.

 

Quando chegámos ao carro o meu pai abriu o porta bagagens e eu não percebi porquê. Mas depois ele arrancou-me a minha guitarra das mãos, antes que eu pudesse reagir, e atirou-a para dentro.

 

“NÃO!” Berrei mas já não pude fazer nada. Assim que a guitarra bateu no fundo do porta bagagens, o braço dela partiu-se e as cordas rebentaram. Ela estava partida! Eu tinha-a perdido também!

 

Comecei a chorar como um bebé, mas o meu pai nem me deixou alcançá-la. Fechou o porta bagagens e atirou-me a mim para a parte detrás do carro.

 

“Porque é que fizeste aquilo?!” Solucei a tentar respirar, mas o meu pai nem sequer respondeu. Sentou-se à frente e ligou o carro.

 

Eu estava a chorar e a soluçar sem conseguir me acalmar. Tinha perdido a minha melhor amiga! Foi então que ouvi uma voz de mulher do banco da frente.

 

“Quem devia estar a chorar éramos nós, Emily!” Ai não, a minha madrasta não! Porque é que eu não me atirei a tempo!?

 

“Espero que estejas feliz com a vergonha que nos estás a fazer passar,” Continuou ela no seu tom frio e insensível, “Primeiro andas para cima e para baixo com aqueles vândalos! Incendeias parques de estacionamento! Passas noites na esquadra! Chegas a casa às horas que queres! Andas de mota quando queres! Ouves aquela música horrível… Fazes tudo o que queres e te dá na real gana, e ainda tens a lata de montar aquele espectáculo para fingir que te queres suicidar!? Que mais queres tu sua menina idiota?!”

 

Quis responder Quero um pai! Quero uma família!! mas não tive sequer coragem para isso… a minha guitarra estava partida no porta bagagens, o Tom tinha-me deixado e eu ia ser internada num hospital de malucos… Digam-me o que mais me pode correr mal?

 

* * *

 

Continua...

A vida não está nada fácil para a Emi, ai não está não... Snif.

 

Não se esquecam de deixar o vosso Comentário! Se alguém ler esta fic sem comentar fica de castigo e amanhã não vai brincar!! Mau, mau! xD

 

E menina Inês, faça favor de postar o primeiro capítulo da sua fic! E agora! xD

 

sinto-me: Cansada e cheia de trabalho :x
música: From Yesterday - 30 Seconds to Mars
publicado por Dreamer às 22:01
link do post | comentar | favorito
19 comentários:
De spark a 26 de Abril de 2008 às 23:20
Pronto.. já postei..



Eu resisti é tentação de comentar antes d postar..

Mereço um choqlate?! xD



Hoje não há avalanche grane porque a minha mãe tá me a chamar..




MAiS



{ kiss kiss amouree }
De Anónimo a 26 de Abril de 2008 às 23:21
Comentário apagado.
De Dreamer a 26 de Abril de 2008 às 23:48
Hehehe!!
Que feliz que eu estou! ^^
Já tive a ler e tudo!


E a avalanche é grande à mesma! xD



Take care!!
Kiss :D
De protagonistas a 26 de Abril de 2008 às 23:44
Quero saber o que se passa a seguir.... quero mesmo estou a morrer de curiosidade ^^ ....

QUERO MAIS....
De Anónimo a 26 de Abril de 2008 às 23:44
Comentário apagado.
De Dreamer a 26 de Abril de 2008 às 23:51
Weeeeeeee!!
Tantos comentários! ^^

Vais ter de esperar por amanhã de manhã,
porque até lá vou estar a trabalhar...
Snif!!

Take care!!
Kiss!! :D
De Buna a 27 de Abril de 2008 às 00:15
OMG...pobre Emi!!!!!!!!!!!!!!

A guitarra esta doente!!!!!!!!!!!! *sniff*

PPS...tp AGORA!!! *adjust halo*

Adorei o capitulo e ja te disse k estou a adorar os teus fics, princesa!!! Pk estou mm!!!!!

Lurve and giant hugs!!!!!!!!!!
Buna
De Dreamer a 27 de Abril de 2008 às 00:21
Ahh!! Nina, agora tou rodeada de Teoria,
só posso postar amanhã... Snif!
:(

Shim! Tadinha da guitarra... ='(


Ainda bem que estás a gostar amor!
É muito importante para mim! :D

*hugs you tight*
Adoro-te um montão!
Kiss!! x)
De RuteA. a 27 de Abril de 2008 às 04:21
Apetecia-me mandar essa gentalha toda po rai que as parta !

Realmente a tua fic desperta todo o tipo de sentimentos em mim.

Até mais logo ( visto as horas que estou a comentar ) :*
De Dreamer a 27 de Abril de 2008 às 11:51
É mais ou menos assim que eu me sinto quando estou a escrever... Lolz xD

Fico mesmo mesmo feliz por sentires a fic, para além de a leres :D


Take Care!
Kiss! :D
De scorpion flower ♥ a 27 de Abril de 2008 às 10:23
oh mein gott eles pensam que ela fez foi um eskema??? k má familia báh odeio a madrasta e o pai muito mais...grrrrrrrrrrrrrr
o Tom kando vai aparecer??? eu keru o Tom km a Emi :(
tou a amar ler esta fic pleeeeeeeeseeeeeeeeeee mais....xD
kussses fika bem xD
De Dreamer a 27 de Abril de 2008 às 11:50
A familia dela é mesmo horrivel :x
Vêem-na como ovelha negra, e isso diz tudo :(

Agora o Tom vai estar um tempinho sem aparecer, mas a Emi vai estar sempre a pensar nele... :'(

Toda emocional, eu hoje, né? xD

Take care!
Kiss!! :D
De JustinBieber PT* a 27 de Abril de 2008 às 17:09
oláa

d'sculpaa s´O ter cOmentadu agr!

a f'iic ta l'iinda!

bjuussss
De Anónimo a 27 de Abril de 2008 às 17:09
Comentário apagado.
De Dreamer a 27 de Abril de 2008 às 22:51
Olá!! :D


Não tem problema ;)
Fico feliz por gostares da fic!


Kiss!! :D
De Bitter - Sweeter a 27 de Abril de 2008 às 18:19
Mais um capitulo perfeitinho
*.*

Posta mais !!
Bitte


BeijinhO
De Dreamer a 27 de Abril de 2008 às 22:53
Hehehe!!
Que bom!! :D


Não devo postar hoje...
O tal trabalho horrivel de Teoria para entregar amanhã está a cortar-me o tempo todo, só vim aqui mesmo responder aos vossos comentários fofinhos! :D


Mas amanhã é sem falta!! :D


Take care!!
Kiss!! :D

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